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Home > Noticias > Publicado em 22 de fevereiro de 2010

Baterias definidas

Já está definida a grade de bateria da primeira etapa do World Tour 2010. Em grande maioria no Tour, 21 dos 44 surfistas, os australianos são os principais adversários brasileiros nesse primeiro cruzamento, pelo menos em termos númericos. Serão seis aussies caindo junto com os quatro brasileiros. Há pelo menos um em cada bateria.

"Tivemos os melhors tubos em cinco anos quando estava grande há uma semana atrás. Mas não estava bom para o surfe alta performance." Josh Kerr sobre o último swell em Snapper.

"Tivemos os melhors tubos em cinco anos quando estava grande há uma semana atrás. Mas não estava bom para o surfe alta performance." Josh Kerr sobre o último swell em Snapper.

Marco Polo encara Ben Dunn e Kelly Slater. Ben terminou o ano passado em uma posição intermediária no WT e, apesar de australiano, é local de um pico bem mais ao sul da Gold Coast. Seu melhor resultado em Snapper foi em 2007, quando chegou nas quartas de final. Kelly Slater dispensa comentários, normalmente o primeiro evento já dita seu ritmo durante o ano, e pode se tornar o homem a ser batido no Tour, ou não.

O bom e velho Slater. Será que esse ano irá correr para o décimo título ou para a fila da aposentadoria?

O bom e velho Slater. Será que esse ano irá correr para o décimo título ou para a fila da aposentadoria?

Adriano de Souza tem, na teoria, os adversários mais fáceis. O taitiano Michel Bourez e mais um australiano, Blake Thornton, estreante no WT. Michel teve alguns momentos de brilho no ano de 2009, mas seu surfe é claramente inferior ao do Mineiro em ondas manobráveis e longas, como Snapper. Blake ficou com a última vaga do WQS e a falta de experiência deve pesar em suas primeiras baterias do tour. Bom lembrar que Adriano terminou a prova em segundo lugar no ano passado, além de um terceiro em seu ano de estréia no tour.

De Souza, com certeza de olho em um 2010 ainda melhor que 2009.

De Souza, com certeza de olho em um 2010 ainda melhor que 2009.

Neco Padaratz faz seu retorno contra dois australianos, Taj Burrow e Chris Davidson. Os dois tem bom retrospecto na prova e Taj está embalado com duas vitórias seguidas ( Pipeline e Burleigh Heads ). Pode ser uma boa prova da força do brasileiro ou um início difícil para quem quer voltar de vez.

Neco, o retorno.

Neco, o retorno.

Nosso último representante dentro d’água será o novato Jadson André, que pega, assim como Neco, dois australianos: Dean Morrison e Adam Meling. Dean é conhecido como o local mais chato do pico, surfa bem e gosta bastante de apelar para vencer. Adam é mais um novato no WT, surfa muito bem e se classificou nas cabeças do WQS. O potiguar, muito provavelmente, vai ter que caprichar no backside para passar essa bateria, sua grande arma sempre vai ser a velocidade.

Se quebrar Snapper, Jadson vai perder seu maior trunfo, o aéreo de frotnside. Backside a prova na primeira prova.

Se quebrar Snapper, Jadson vai perder seu maior trunfo, o aéreo de frotnside. Backside a prova na primeira prova.

A primeira fase do evento será disputada no formato mais tradicional, com repescagem para os que perderem. Decisão essa considerando o ínicio da temporada dos competidores.

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