
Em um dia de disputas longo e, mais uma vez, polêmico, restaram apenas quatro surfistas no Quiksilver Pro. Todos sabem do que eles são capaz, então a BW fala um pouco do ponto fraco de cada um nessa disputa pelo tÃtulo, liguem e votem em quem vocês querem eliminar da cas…ops do campeonato:

Taj Burrow – a promessa – Taj sempre foi marcado por nunca ter ganho um tÃtulo mundial, mesmo estando a mais de dez anos no topo das competições e também no freesurf. Este parece ser um ano que ele começa fortÃssimo e, tanto por seus dois últimos resultados quanto pelo surfe apresentado no Quik Pro, é o favorito ao tÃtulo ao meu ver. O problema é que ele não está acostumado a lidar com o favoritismo e qualquer erro pode ser fatal nas duas baterias que faltam. Taj pode bobear como já fez várias vezes.

Bobby Martinez – a voz das minorias - Bob provou ser o melhor goofie do evento em suas últimas duas baterias, contra Damien Hobgood e Kai Otton. Realmente ele está uma máquina de manobras mas Bobby representa minorias, é o único backside nas semi e ainda por cima chicano. Se fosse aqui no Brasil ia ser parado em tudo quanto é dura com seu carro cheio de pranchas. Os juÃzes podem para-lo, se Taj não o fizer.

Dane Reynolds - tudo ou nada –  Como o próprio Dane disse é preciso surfar no limite para ser campeão mundial. Ele está fazendo isso muito bem nos últimos rounds, mas quem está sempre no limite pode cair. Dane está forçando suas manobras iniciais para se diferenciar, vamos ver até quando ele segura a barra.

Jordy Smith - homem de gelo - Jordy adotou a calma como principal caracterÃstica. Manobrando consciente, mas muito forte, ele mostra não se intimidar e nem ficar nervoso dentro d’água. Suas entrevistas fora dela refletem isso. Mas essa calma pode ir por água abaixo em uma situação decisiva. Quem passar entre Jordy e Reynolds estará a uma bateria de sua primeira vitória no Tour.









