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	<title>REVISTA  BLACKWATER &#187; Materia</title>
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	<description>Surf Arte e Comportamento :: A maior revista virtual de surf do Brasil</description>
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		<title>De 4: Ilha da mãe</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mar no Brasil teve um início de ano literalmente <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4121" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/48"><img class="size-large wp-image-4121" title="Condições perfeitas para a lage. Fotos: Camarão" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/06/ilha-da-mae-630x424.jpg" alt="Condições perfeitas para a lage. Fotos: Camarão" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Condições perfeitas para a lage. Fotos: Camarão</p></div>
<p>O mar no Brasil teve um início de ano literalmente agitado. Várias ondulações se formaram no Atlântico e quase toda semana tinha onda encostando nas praias, sendo que não foram poucas as vezes que as condições ficaram realmente grandes. Esse swell chegou em um sábado, dia 12 de junho, dia dos namorados. A espectativa era grande como a prevsião, que chegou a marcar 3.7 metros e 13 segundos na bóia para o dia de domingo. Só que as ondas não ficaram tão grandes e no auge, um forte vento tratou de estragar tudo. No fim das contas, segunda foi o dia para investir na laje. Mesmo um pouco menor ( imagina como estava nos dias grandes ), ondulação e vento estavam encaixados na direção certa. A melhor hora para surfar lá é na maré seca, e a mais perigosa também. O acesso é por Itaipu, uma praia de pescadores a cinco minutos de barco do pico.</p>
<div id="attachment_4122" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/48"><img class="size-large wp-image-4122" title="Na linha certa, para sair do tubo e não dar de testa na pedra. Marcelo Trekinho." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/06/ilha-da-mae-trekinho-630x424.jpg" alt="Na linha certa, para sair do tubo e não dar de testa na pedra. Marcelo Trekinho." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Na linha certa, para sair do tubo e não dar de testa na pedra. Marcelo Trekinho.</p></div>
<p>A onda começou a ser surfada seriamente há pouco tempo e o jet ski foi fundamental para isso. É díficil dizer até que tamanho podem chegar esses tubos mas uma coisa foi constatada: quanto maior, melhor!</p>
<p>Fotos e videos: Gustavo Camarão</p>
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		<title>De 4: Polinésia Francesa</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois que Teahupoo apareceu para o mundo do surfe, o <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4116" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/06/je-vargas-teahupoo-tinoco.jpg" rel="lightbox[4115]"><img class="size-large wp-image-4116" title="Jerônimo Vargas sem freio. Foto: Renato Tinoco " src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/06/je-vargas-teahupoo-tinoco-630x424.jpg" alt="Jerônimo Vargas sem freio. Foto: Renato Tinoco " width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Jerônimo Vargas sem freio. Foto: Renato Tinoco </p></div>
<p>Depois que Teahupoo apareceu para o mundo do surfe, o mundo do surfe nunca mais foi o mesmo. A onda é insana: tubular ao extremo e muito perfeita. O lugar é o paraíso: água cristalina e povo hospitaleiro. Mas existe uma coisa sobre o Taiti que provavelmente nenhuma agência de viagem vai querer incluir em seus pacotes milionários: rolam épocas de chuvas incenssantes e flats prolongados. O que resta fazer? Bem, se você tiver dinheiro para torrar diariamente com mergulhos, compras, passeios turísticos e refeições exóticas, há o que fazer. Caso você seja um surfista, ou seja: duro, só te resta fazer nada. E foi isso que muitos, na sua maioria brasileiros, fizeram por quase todo o mês de junho. Mas um dia quebrou essa rotina de marasmo. Foi dia 12 de junho, sábado. A bóia marcava apenas 1.9 metros de altura, mas o período de 15 segundos e, principalmente, a direção da ondulação com influência forte de oeste garantiram que ondas com seis pés sólidos explodissem perfeitas na bancada de Teahupoo.</p>
<p>Não é o Teahupoo mais impressionante, mas é Teahupoo, que é sempre impressionante.</p>
<div id="attachment_4117" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/06/nora-taiti-blanco.jpg" rel="lightbox[4115]"><img class="size-large wp-image-4117" title=" Wilson Nora garantindo o último momento para a foto. Foto: Blanco." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/06/nora-taiti-blanco-630x424.jpg" alt=" Wilson Nora garantindo o último momento para a foto. Foto: Blanco." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text"> Wilson Nora garantindo o último momento para a foto. Foto: Blanco.</p></div>
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		<title>Editorial</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:07:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é fácil decidir de que forma comemorar um aniversário. <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4111" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/06/Editorial.jpg" rel="lightbox[4110]"><img class="size-large wp-image-4111" title="Submerso em algum lugar de Pasti. Foto: Borghi" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/06/Editorial-630x424.jpg" alt="Submerso em algum lugar de Pasti. Foto: Borghi" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Submerso em algum lugar de Pasti. Foto: Borghi</p></div>
<p>Não é fácil decidir de que forma comemorar um aniversário. Aqui na Blackwater, prestes a completar seus quatro anos, não foi diferente. Várias ideias passaram por nossas cabeças, muitas dúvidas também, mas no apagar das luzes, como de costume, tudo mudou e ficou decidido que quem merecia uma homenagem em nossas páginas era a principal propulsora de nosso pequeno sucesso: a internet. Pode parecer redundante, pois ela também é a casa da BW, só que além disso, com ela podemos ser mais velozes, mais interativos, mais baratos. Podemos ser menos poluentes, menos espaçosos, menos pretenciosos&#8230; Graças a ela, não passamos por prensas, impressoras, muito menos provas. É ela, então, que nos possibilita mudar tudo no apagar das luzes e publicar sempre algo novo, ultra recente, de dias, quem sabe até horas, atrás.</p>
<p>Ficou então combinado assim, uma festa simples, sem exageros, como sempre foi a Blackwater, mas que seu conteúdo fosse o que de mais recente tivessemos em mãos, que só poderia estar sendo publicado tão rapidamente em uma revista porque, desde a primeira foto que recebemos para essa edição até o momento que você visualiza ela na tela do seu computador, a internet está 100% presente em nosso processo. Então um salve para ela, que nos permite mostrar as ondas mais recentes, daquelas que todos ainda falam por aí. E, após esses quatro invernos, nada melhor que publicar quatro dessas ondulações que bombaram os quatro cantos do planeta. E tá aí mais uma vantagem de sermos da internet, somos globais. Com isso, começamos essa edição logo alí, em uma laje do Rio de Janeiro, fizemos uma escala nas ondas pesadas do Chile, chegamos até os cilindros azuis taitianos para, no final, nos perdermos em uma pequena ilha no meio do nada, quer dizer, da Indonésia.</p>
<p>Então sente confotávelmente na fente de seu computador e participe também de nossa festa pois, além de tudo, a internet ainda faz com que a Blackwater seja totalmente democrática, por isso todos estão convidados.</p>
<p>Parabéns para nós,<br />
Luiz Blanco</p>
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		<title>De 4: Pasti &#8211; Indonésia</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 21:48:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Graças a Deus, ainda existem lugares que ficaram esquecidos pelo <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Graças a Deus, ainda existem lugares que ficaram esquecidos pelo resto do mundo. Pasti é assim. E o que isso significa? Nada de engarrafamentos, poluição, preocupações ou desentendimentos. E por outro lado, altas ondas sem nínguem! Para quem vê a situação de Bali e adjacências, esse lugar é o alívio do crowd que entope cada vez mais a Indonésia. Ricardo Borghi investe lá desde 2007 e, atualmente, é o fotógrafo residente do pico. &#8220;Pasti re-presenta para mim o sonho transformado em realidade. O pico onde passo a maior parte do ano, onde faço parte do time, pois trabalho como fotógrafo da ilha. Surfo bastante também, pesco de arpão. Tenho grandes amigos aqui, Mario, Paulo e Nardelli e também minha mulher. Ou seja, tenho tudo, minha alegria, meu lazer. Um dia de ondas boas aqui é único, vocˆ´surfa praticamente sozinho, com conforto e estrutura ms no meio do nada. Pasti é único!&#8221;</p>
<div id="attachment_4128" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/07/dean-morrison.jpg" rel="lightbox[4127]"><img class="size-large wp-image-4128" title="Dean Morrison garantiu seu voo da Austrália até Pasti." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/07/dean-morrison-630x424.jpg" alt="Dean Morrison garantiu seu voo da Austrália até Pasti." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Dean Morrison garantiu seu voo da Austrália até Pasti.</p></div>
<p>A principal onda do lugar fica exatamente na frente do quarto. Os bungalows tem vista para o pico e basta caminhar alguns passos para estar na beira do canal que enra no pico. Existem algumas ondas nos arredores da ilha, direitas, esquerdas, tubulares e manobravéis. É o lugar perfeito para se perder, e a BW não quis perder tempo! Quer mais alguma coisa?</p>
<p>Fotos: Ricardo Borghi</p>
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		<title>De 4: Chile</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 21:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As guerras são parte de nossa história, talvez até um <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4125" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/07/sterling.jpg" rel="lightbox[4126]"><img class="size-large wp-image-4125" title="O havaiano Jamie Sterling conhecendo o poder das águas chilenas." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/07/sterling-630x424.jpg" alt="O havaiano Jamie Sterling conhecendo o poder das águas chilenas." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">O havaiano Jamie Sterling conhecendo o poder das águas chilenas.</p></div>
<p>As guerras são parte de nossa história, talvez até um mal necessário para chegarmos aonde estamos atualmente (mas aonde estamos? ). Só que confrontar outros homens pela honra de sua nação parece coisa de quem não bate muito bem. Mas e surfar ondas com quinze pés, pesadas e geladas? Também não é coisa de maluco? E foi exatamente o que aconteceu em El Buoy no dia exato que os chilenos declaram feriado a Guerra do Pacífico. A bóia já havia avisado que uma bomba chegaria a costa Chilena, chegou a marcar quase cinco metros com bom período. Por isso um exército se colocou a postos para recebê-las. Os brasileiros Danilo Couto e Everelado Pato, os havaianos Jamie Sterling e Kolh Cristensen entre outros bateram de frente com as bombas. No dia D, as ondas chegavam a quinze pés, um pouco menor do que o esperda, mas estava muito bom. A possibilidade de fazer tow-in foi descartada quando alguns pegaram suas guns e botaram pra baixo na remada mesmo. Arica foi bombardeada mas não houveram danos, pelo contrário, os surfistas fizeram história mais uma vez.</p>
<p>Fotos e videos: Gustavo Camarão</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Passagem na mão</title>
		<link>http://www.blackwater.com.br/site/2010/05/20/passagem-na-mao/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 00:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Materia]]></category>
		<category><![CDATA[surftravel]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Férias no meio do ano são uma boa ocasião para <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Férias no meio do ano são uma boa ocasião para curtir uma bela viagem. E que tal ir para fora do Brasil? Surfar onda de verdade e pegar tubo em pé? Aposto que nínguem irá se opor. Agora é uma boa época para conhecer um lugar diferente e se criar, pelo menos que alguns dias, em um novo pico. Tudo bem, sabemos que muitas vezes o tempo é curto, não somente para a viagem em sí mas também para programa-la com antecedência e critérios. Exatamente por isso, entramos em contato com um agente de viagens especializado no assunto e perguntamos os cinco destinos mais procurados por brasileiros nessa época do ano, além de uma lista prática e direta de vantagens e desvantagens de cada lugar. Apesar de não ter nenhuma viagem exótica, daquelas que você vê nos filmes do Rasta, e apesar dos riscos de cruzar com um brasileiro serem grandes ( malditos! ), tenho certeza que as ondas, o clima, ou simplesmente fugir da rotina de casa, vão te fazer muito bem. Então: </p>
<p>ATENÇÃO PASSAGEIROS DO VOO BW047, APERTEM OS CINTOS E BOA VIAGEM!</p>
<p>Fonte: SurfTravel.com.br<br />
<strong><span style="font-size: large;">JBAY</span></strong></p>
<div id="attachment_3755" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-jbay.jpg" rel="lightbox[3749]"><img class="size-large wp-image-3755" title="Imagine uma direita perfeita. Essa aqui é JBay, com certeza  melhor do que você imaginou. Foto; Renato Tinoco." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-jbay-630x424.jpg" alt="Imagine uma direita perfeita. Essa aqui é JBay, com certeza  melhor do que você imaginou. Foto; Renato Tinoco." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Imagine uma direita perfeita. Essa aqui é JBay, com certeza  melhor do que você imaginou. Foto; Renato Tinoco.</p></div>
<p><em> VANTAGENS</em><br />
-Preciso dizer que tem uma das melhores direitas do mundo?<br />
-Os visuais do lugar são lindos, a África do Sul é alucinante.<br />
-Existe a possibilidade de programar um safari, uma experiência única.<br />
-Pelos quilômetros percorridos, a passagem é relativamente barata!</p>
<p><em>DESVANTAGENS</em><br />
-Se você é friorento dentro do mar nem chegue perto da África do Sul, a água é muito fria e o clima também o é na temporada de ondas.<br />
-Se você não quer gastar dinheiro com safari não se preocupe, há chances de encontrar uma éspecie nativa enquanto surfa, o tal do tubarão branco. Pensando bem, melhor se preocupar.<br />
-Nos dias realmente clássicos o crowd é pesadíssimo e de alto nível.</p>
<p><a href="http://www.surftravel.com.br/site/index.php?i=3&amp;pk=15" target="_blank"><span style="font-size: large;">- Saiba os preços para ir a África do Sul</span></a></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">EL SALVADOR</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_3754" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-el-salvador.jpg" rel="lightbox[3749]"><img class="size-large wp-image-3754" title="La Libertad, uma onda tão perfeita quanto proíbida. O localismo aí é brabo! Foto: Vaquero" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-el-salvador-630x424.jpg" alt="La Libertad, uma onda tão perfeita quanto proíbida. O localismo aí é brabo! Foto: Vaquero" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">La Libertad, uma onda tão perfeita quanto proíbida. O localismo aí é brabo! Foto: Vaquero</p></div>
<p></strong><br />
<em> VANTAGENS</em><br />
-A água é quente como numa banheira.<br />
-É tudo muito barato e as hospedagens são boas.<br />
-A comida em El Salvador é muito boa, e barata também!<br />
-Sabia que dá onda todo dia em El Salvador? Muito difícil achar dias insurfáveis.</p>
<p><em>DESVANTAGENS</em><br />
-O crowd não é muito amistoso.<br />
-Já disse que a água é quente, e isso é bom, mas o clima também é quente, e demais, isso, as vezes, incomoda.<br />
-A badalação noturna e nível das gatas é semelhante ao do buteco mais pé sujo do seu bairro.<br />
<span style="font-size: large;"><a href="http://www.surftravel.com.br/site/index.php?i=3&amp;pk=30" target="_blank">- Saiba os preços para ir a EL Salvador</a></span></p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>INDONÉSIA</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_3753" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-indonesia.jpg" rel="lightbox[3749]"><img class="size-large wp-image-3753" title="Preciso dizer algo? HT. Foto: Minduim" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-indonesia-630x424.jpg" alt="Preciso dizer algo? HT. Foto: Minduim" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Preciso dizer algo? HT. Foto: Minduim</p></div>
<p></strong><br />
<em> VANTAGENS</em><br />
-Você gosta de tubo? A Indonésia tem. Gosta de marola? A indonésia tem. Onda de manobra? O lugar é lá. Esquerda, direita? Enfim, na Indonésia tem todos os tipos de onda. Agradável para todas os gostos.<br />
-A água é na temperatura ideal, muito boa!<br />
-As hospedagens costumam ser boas, até mesmo nas ilhas mais isoladas surgem surf camps com estrutura de primeira.<br />
-Tudo é muito barato lá, desde seu rango até um rolex sendo vendido por ambulantes na praia.<br />
-Para quem gosta da vida noturna, aqui é uma boa pedida. Mulheres do mundo todo, só não vai esquecer das ondas!</p>
<p><em>DESVANTAGENS</em><br />
-Com certeza, no topo da lista, vem o crowd. Indonésia está ficando a cada ano mais insuportável.<br />
-A passagem é cara e o voo é uma tortura, horas e mais horas de avião.<br />
-Para quem gosta de surfar e relaxar, a Indonésia tem um histórico nada bom com ataques terroristas, além de tsunamis e até o desgraçado do mosquito da malária. Difícil relaxar assim.<br />
<a href="http://www.surftravel.com.br/site/index.php?i=3&amp;pk=18" target="_blank"><span style="font-size: large;">- Saiba os preços para ir a Indonésia</span></a></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">MALDIVAS</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_3752" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-maldivas.jpg" rel="lightbox[3749]"><img class="size-large wp-image-3752" title="É longe, é caro, mas meu irmão, olha isso aí! Foto: Fábio Bat Fino" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-maldivas-630x424.jpg" alt="É longe, é caro, mas meu irmão, olha isso aí! Foto: Fábio Bat Fino" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">É longe, é caro, mas meu irmão, olha isso aí! Foto: Fábio Bat Fino</p></div>
<p></strong><br />
<em> VANTAGENS</em><br />
-A água é absurda. Quente e transparente.<br />
-Desenhadas pelo fundo de coral, as ondas são muito perfeitas e quebram pros dois lados.<br />
-Hospedagens luxuosas!</p>
<p><em>DESVANTAGENS</em><br />
-É um dos pacotes mais caros existentes para surfistas.<br />
-Assim como para a Indonésia, a viagem é uma peregrinacão. Ou seja, um saco!<br />
-Para os mais frescos, dizem que a comida é muito temperada.<br />
-Alguns amigos brasileiros relataram, há alguns anos, casos de assalto no lugar. Espero que o capitão Nascimento já tenha passado lá para resolver.<br />
<a href="http://www.surftravel.com.br/site/index.php?i=3&amp;pk=20" target="_blank"><span style="font-size: large;">- Saiba os preços para ir a Maldivas</span></a></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">NICARÁGUA</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_3750" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-nicaragua.jpg" rel="lightbox[3749]"><img class="size-large wp-image-3750" title=" Tá bom assim o quer mais. Popoyo, versão nicaraguense de Pipeline. Foto: Clemente Coutinho" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-nicaragua-630x424.jpg" alt=" Tá bom assim o quer mais. Popoyo, versão nicaraguense de Pipeline. Foto: Clemente Coutinho" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text"> Tá bom assim o quer mais. Popoyo, versão nicaraguense de Pipeline. Foto: Clemente Coutinho</p></div>
<p></strong><br />
<em> VANTAGENS</em><br />
-A água é muito agradável, as vezes até demais.<br />
-O terral sopra 364 dias por ano. Em anos bissextos sopra 365.<br />
-Existem boas opçãos para se hospedar no local.<br />
-Dos lugares listados é o menos crowd!</p>
<p><em>DESVANTAGENS</em><br />
-O aeroporto é longe de qualquer pico, no mínimo duas horas de carro.<br />
-A badalação noturna é inexistente.<br />
-Água quente e vento terral ( que é quente também ) quase o ano todo resulta num dos climas mais quentes de nossa lista, o calor chega a ser insuportável.<br />
<a href="http://www.surftravel.com.br/site/index.php?i=3&amp;pk=23" target="_blank"><span style="font-size: large;">- Saiba os preços para ir a Nicaragua</span></a></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">PERU</span></strong></p>
<div id="attachment_3751" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-peru.jpg" rel="lightbox[3749]"><img class="size-large wp-image-3751" title="Alguns bons segredos peruanos. Foto: Beto Paes Leme" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Tickets-na-mao-peru-630x424.jpg" alt="Alguns bons segredos peruanos. Foto: Beto Paes Leme" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Alguns bons segredos peruanos. Foto: Beto Paes Leme</p></div>
<p><em>VANTAGENS</em><br />
-A viagem para o Peru é a mais barata saindo do Brasil. Além disso são<br />
&#8220;apenas&#8221; cinco horas de voo.<br />
-As ondas são muito constantes nessa parte da costa.<br />
-Além da passagem, estádia e alimentacão também são baratos, para<br />
dizer a verdade, tudo é barato no Peru!<br />
-Apesar de existir o crowd dificilmente incomoda.</p>
<p><em>DESVANTAGENS</em><br />
-Água fria quase sempre.<br />
-O lugar não é dos mais bonitos e limpos.<br />
-Night e festas: esquece!</p>
<p><a href="http://www.surftravel.com.br/site/index.php?i=3&amp;pk=26" target="_blank"><span style="font-size: large;">- Saiba os preços para ir a Peru</span></a></p>
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		<title>Duplo Foco</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 21:32:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fotógrafos]]></category>
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		<description><![CDATA[Como seriam as revistas de surfe sem as imagens? Estranhas, <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como seriam as revistas de surfe sem as imagens? Estranhas, no mínimo, talvez entediantes, chegando, quem sabe, a dor de cabeça. Certamente não agradariam, ainda mais se fosse uma revista virtual, imaginem só, ou nesse caso, só imaginem mesmo! É inegável, imagens sempre foram peças chave para não apenas ilustrar mas também, e principalmente, explicar o surfe. Sem elas, por exemplo, aquele tubo &#8220;dez metros de altura por dez de largura&#8221; do Laird Hamilton no Taiti poderia não passar de uma grande lorota, Brian Conley seria apenas mais um neo-hippie contador de estórias ou até mesmo Greg Noll poderia ser taxado de frouxo quando disse que Pipeline estava cabulosa naquele dia. As imagens provam tudo. E se dizem que uma delas normalmente vale mais que mil palavras, quando nos aproximamos frequentemente do indescritível e inimaginável ( tipo deslizar sobre a água ), com certeza a proporção sobe para mais que milhões. Por isso existem pessoas que se dedicam somente a registrar e, dependendo do ponto de vista, podem ser consideradas tão ou mais importantes que o próprio surfista, pode acreditar.</p>
<p>Sempre focados e nunca no foco, esses caras não procuram os melhores blocos, shapes ou jogos de quilhas mas sim o top entre camêras, lentes, e tripés. Equipamento é muito importante e faz total diferença, todos dizem. E foi exatamente para alcançar um diferencial na produção que Gustavo Camarão e Henrique Pinguim resolveram fazer algumas adaptações em seus equipamentos ordinários do dia-a-dia. O objetivo dos dois é o mesmo, produzir foto e vídeo simultâneamente, mas como não existe fórmula ou prescrição para isso, cada um deu seu respectivo jeito e fez um uso distinto do equipamento, Camarão fora e Pinguim dentro d&#8217;água, por mais contrário as leis da natureza que isso possa parecer. No fim das contas, o que interessa é o resultado, e interessa ainda mais para nós da Blackwater, que podemos publicar ambos os &#8220;resultados&#8221; .</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong><span style="font-size: x-large;">Gustavo Camarão</span></strong></span></p>
<div id="attachment_3734" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/foto-x-video-calunga.jpg" rel="lightbox[3733]"><img class="size-large wp-image-3734" title="Calunga fazendo pose em Teahupoo." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/foto-x-video-calunga-630x424.jpg" alt="Calunga fazendo pose em Teahupoo." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Calunga fazendo pose em Teahupoo.</p></div>
<p>Viajava bastante para filmar e sempre achava que estava deixando escapar um material a mais, no fundo sabia que poderia filmar e fotografar ao mesmo tempo. Nesse momento meu pai e meu tio Sérgio foram de grande valor, pois eles me ajudaram a desenvolver as peças que precisava para adaptar o tripé para duas camêras. Não fui o pioneiro nisso, e percebi logo que cheguei no Havaí, mas são poucas as pessoas que fazem esse trabalho e no Brasil, quase ninguém. Fui pioneiro sim, acredito eu, a usar esse sitema em Teahupoo, no barco, sem tripé, segurando as duas camêras na mão. Todos os fotógrafos e cinegrafistas ficavam me olhando e me perguntando sobre aquilo. Eu fiz pela primeira vez no &#8220;Big Day&#8221; de 2007, nesse dia consegui umas fotos e filmagens boas mas não arrisquei muito para não perder um material tão importante. Depois disso até desenhei uma nova peça para que meu pai fizesse e atualmente estamos já em um novo projeto!</p>
<div id="attachment_3735" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/foto-x-video-gordo.jpg" rel="lightbox[3733]"><img class="size-medium wp-image-3735" title="Felipe Cesarano, o Gordo em Pipeline" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/foto-x-video-gordo-220x148.jpg" alt="Felipe Cesarano, o Gordo em Pipeline" width="220" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Felipe Cesarano, o Gordo em Pipeline</p></div>
<p>Com isso meu trabalho de edição dobrou, se antes já ficava horas separando os vídeos da galera, agora somam-se horas a mais das fotos. Mas faço as negociações do material de forma distinta, não vendo como se fosse apenas um. Foto é foto e vídeo é vídeo. Sempre encaro como estar fazendo sozinho o trabalho de duas pessoas, as vezes é difícil, não só em momentos de edição como já falei mas também fico com o movimento mais lento na hora de captar. O peso é maior, você tem que ficar de olho em como estão as duas camêras e apertar os respectivos botões. Tudo isso me atrapalha quando quero fazer algo com mais rapidez, mas faz parte.</p>
<p>Venho trabalhando há um tempo com o sistema e se o retorno não fosse bom já teria parado. Ter a foto e o vídeo de momentos importantes é um privilégio de poucos, todo mundo está louco para ter imagens, seja própria ou do seu atleta patrocinado, eu garanto isso. Tive maior repercussão com o duplo material na BlackWater, foi uma iniciativa inédita em uma publicação. Introduzi esse sistema que caiu muito bem na revista e fico orgulhoso disso. Acho que fiz parte do sucesso que ela é hoje. Isso me deixa feliz.</p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong>Henrique Pinguim</strong></span></p>
<div id="attachment_3737" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/foto-x-video-posto-5.jpg" rel="lightbox[3733]"><img class="size-large wp-image-3737" title="um dos tubos largos do Posto 5 em Copacabana" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/foto-x-video-posto-5-630x424.jpg" alt="um dos tubos largos do Posto 5 em Copacabana" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">um dos tubos largos do Posto 5 em Copacabana</p></div>
<p>Sempre peguei onda de bodyboard e quando eu conheci a câmera GoPro fiquei viciado no mundo da fotografia. Logo que peguei a câmera as imagens eram todas onboard, pois sempe fui fissurado em ter uma foto dentro de um salão ou mesmo um simpels registro das minhas caídas. Era o uso normal da câmera, mas aos poucos comecei a clicar meus camaradas também e algumas vezes rendia umas imagens bem interessantes. Nesse momento estava mais do que viciado na fotografia. Logo tratei de me equipar profissionalmente e por ser um bodyboarder e ter essa experiência com a GoPro achei que podia me dar bem dentro do mar. Depois de um tempo, pensei em adaptar a GoPro ( que agora era HD ) na parte de cima da minha caixa estanque, pois ela tem uma superfície perfeita para isso. Assim foi quando consegui regular o angulo perfeitamente das camêras para poder fotografar e filmar de dentro d&#8217;água.</p>
<div id="attachment_3738" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/foto-x-video-fabiano-passos.jpg" rel="lightbox[3733]"><img class="size-medium wp-image-3738" title="Fabiano Passos passando por dentro do tubo no Leme." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/foto-x-video-fabiano-passos-220x148.jpg" alt="Fabiano Passos passando por dentro do tubo no Leme." width="220" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Fabiano Passos passando por dentro do tubo no Leme.</p></div>
<p>Aos poucos me vi obrigado a aprender a mexer em vídeos, na parte de edição, produção. Tenho ainda que aprender a usar perfeitamente essa nova ferramenta. Mas não tenho dúvidas que agrega muito valor ao seu produto final. Ter o mesmo momento eternizado em foto e vídeo acho que é vontade de todos que pegam onda, seja pro ou prego.</p>
<p>Só vejo vantagem em fazer as duas coisas simultâneamente. As vezes rolam umas dificuldades por causa das adaptações, a GoPro costuma embaçar quando fica muito tempo ligada, as vezes é difícil se ligar em tudo que está acontecendo e ainda por cima controlar duas câmeras, é preciso ir se acostumando a não deixar passar nada em branco no momento certo. Mas com o tempo esses problemas ficam de lado. Agora tenho a possibilidade de ter uma foto publicada em uma revista e também produzir vídeos úteis para outras áreas além da editorial, comercial, por exemplo. Graças a isso consegui meu espaço na BW, fico amarradão de ver meu trabalho reconhecido.</p>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/47"><span style="font-size: xx-large;">Confira a edição completa desta matéria.</span></a></p>
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		<title>Canárias frente e verso</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 21:24:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ilhas Canárias é um arquipélago espanhol próximo a costa marroquina. <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3729" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Canarias-06.jpg" rel="lightbox[3727]"><img class="size-full wp-image-3729" title="Nas praias mais próximas as cidades também tem altas ondas." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Canarias-06.jpg" alt="Nas praias mais próximas as cidades também tem altas ondas." width="500" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Nas praias mais próximas as cidades também tem altas ondas.</p></div>
<p>Ilhas Canárias é um arquipélago espanhol próximo a costa marroquina. São sete ilhas principais e várias outras pequenas ilhas. Isso está escrito em qualquer wikipedia da vida e qualquer um pode saber, o que poucos sabem é que as Canárias tem ondas realmente incríveis. Com uma costa larga e posição privilegiada no Atlas, não é raro encontrar tubos classe A por lá. Mas tem também localismo e outras dificuldades para quem surfar por alí. Por isso a Blackwater expõe alguns aspectos locais mais relevantes para nós surfistas.</p>
<p>As ilhas Canárias tem formação vulcânica e os picos de surfe costumam ter o fundo semelhante. Isso é ótimo, visto que proporciona ondas perfeitas e potentes que vem das águas profundas do oceâno e esbarram nessa formação insular. As Canárias são conhecidas como o Havaí europeu e, guardada as devidas proporções, lá rolam uns tubos realmente de respeito. Além das ondulações formadas por tempestades no Atlântico Norte que bombam a Europa toda, as Canárias estão expostas também a ondas vindo da costa norte-americana e canadense, assim, com qualquer influência de norte, a ondulação atinge a ilha. Só não queira conhecer de perto a bancada de lava vulcânica, é altamente perigosa. Aluns acidentes sérios já foram registrados nos picos mais extremos, nada de brincadeira. No primeiro dia do ano de 2009, por exemplo, Fula, um conhecido surfista local, faleceu na hora ao se chocar contra a bancada de El Quemao.</p>
<div id="attachment_3728" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Canarias-12.jpg" rel="lightbox[3727]"><img class="size-full wp-image-3728" title="Heitor Alves, um pássaro ou um avião?" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/Canarias-12.jpg" alt="Heitor Alves, um pássaro ou um avião?" width="500" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Heitor Alves, um pássaro ou um avião?</p></div>
<p>Pode parecer que água é gelada pois as fotos sempre tem um certo clima com os surfitas de roupa de borracha, mas a verdade é que a temperatura da água não é problema por lá. O clima frio fica mais por conta do vento, que sopra constante na região, mas mesmo assim as temperaturas médias são de vinte gráus, nada mau!  O vento predomina do quadrante nordeste, mas durante o ano pode variar. Aliás, é difícil afirmar a constância do pico, mas de outubro a março ondulações que vem da Europa, ou que cruzam o Atlântico encaixam perfeito nas ilhas.</p>
<p>Para quem pensa que ir para lá é se isolar do resto do mundo está bastante enganado. Nas principais ilhas, Tenerife, Gran Canária e Lanzarote, o turismo é intenso. Sendo dos principais destinos de férias do europeus. As belezas naturais, clima super amêno e variedade de praias são as grandes atrações. É estimado que por ano, doze milhões de pessoas visitam as ilhas. Em Tenerife, uma das principais atrações é o Parque Nacional Teide ( Parque Nacional del Teide ) onde se localiza a maior montanha da Espanha e o terceiro maior vulcão do mundo!</p>
<p>A variedade de recortes da costa é impressionante. Existem várias opções para surfar, dependendo do dia e condições, mas alguns picos são mais difíceis de se chegar, e outros quase impossíveis. Outro fator que dificulta o surfe é o localismo. Canárias é conhecida por algumas ações de retaliações contra forasteiros, principalmente em Lanzarote e Fuerteventura. Não é raro ver haoles sendo expulsos d&#8217;água por nenhum motivo aparente, mas só de não ser de lá é motivo suficiente para os locais &#8220;echa-lo del surfing&#8221;.</p>
<p>Com o aumento de turistas vindo do continente, Canárias cresceu muito de uns anos para cá, sempre baseado na infro necessária para atender quem vem de fora. Durante todo o ano chega gente, e com isso a vida noturna nas ilhas é super agitada nos 365 dias. Restaurantes e lojas de todos os tipos também são facilmente encontrados nos centros, ou seja, nada de perrengue para encontrar o que quer.</p>
<p>Quem realmente domina o cenário local são os &#8220;bugueros&#8221; ( bodyboarders ). Eles são a maioria em quase todos os picos e costumam dominar as ondas. Como muitos são locais, fazem a boia em quem querem e pegam sempre as melhores ondas. Não dá pra negar que esses caras arrebentam por lá. O surfe também tem sua importância, e a quantidade de surfshops deixa bem claro isso. Como em toda a Europa, o esporte é uma mania entre jovens. O número de escolinhas também impressiona, o turista europeu gosta muito de praticar algum esporte durante suas férias, e o surfe nas Canárias parece atrair a maioria.</p>
<p>Fotos e fonte: Hugo Valente</p>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/47" target="_blank"><span style="font-size: x-large;">Confira a edição completa desta matéria.</span></a></p>
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		<title>Transformando foto em capa</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 19:44:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[É assim que se faz]]></category>

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		<description><![CDATA[A poucos dias de lançarmos a edição #47, resolvemos gravar <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3724" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/StephanPadang08BORGHIIMG_7672.jpg" rel="lightbox[3723]"><img class="size-large wp-image-3724" title="Foto original enviada pelo fotógrafo Ricardo Borghi com Stephan Figueiredo surfando Padang em Bali" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/StephanPadang08BORGHIIMG_7672-630x420.jpg" alt="Foto original enviada pelo fotógrafo Ricardo Borghi com Stephan Figueiredo surfando Padang em Bali" width="630" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">Foto original enviada pelo fotógrafo Ricardo Borghi com Stephan Figueiredo surfando Padang em Bali</p></div>
<p>A poucos dias de lançarmos a edição #47, resolvemos gravar todos os passos do nosso diretor de criação Paulo de Castro na construção da capa da próxima edição que deve estar online nesta sexta-feira, dia 21 de maio.</p>
<p>O mais incrível é que a produção completa da capa durou 12 minutos e para o video não ficar tão chato, apenas aceleramos as imagens para reduzirmos em 3 minutos.</p>
<p>&#8220;Geralmente não sai tão rápido assim, até pensei que pudesse me atrapalhar o fato de estar gravando, mas saiu tudo bem e acho que é uma das melhores capas que já fiz&#8221; comenta Paulo de Castro &#8220;A foto colaborou bastante, já tem uma luz incrível, acho que isso facilitou o trabalho&#8221; completa o diretor de criação da revista.</p>
<p>Confira o video:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="630" height="354" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=11882303&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="630" height="354" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=11882303&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=c9ff23&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Versão Youtube:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/u1qM-IHLsDs&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/u1qM-IHLsDs&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Capa da edição finalizada:</p>
<div id="attachment_3741" class="wp-caption alignleft" style="width: 477px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/47.jpg" rel="lightbox[3723]"><img class="size-large wp-image-3741" title="Capa da edição 47 da BlackWater que será lançada nesta sexta-feira, 21 de maio." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/47-467x630.jpg" alt="Capa da edição 47 da BlackWater que será lançada nesta sexta-feira, 21 de maio." width="467" height="630" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da edição 47 da BlackWater que será lançada nesta sexta-feira, 21 de maio.</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Ed 47: Uma nova BW por edição</title>
		<link>http://www.blackwater.com.br/site/2010/05/20/editorial-47/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 04:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Blackwater nasceu de fotos. Antes da própria idéia, as <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3768" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/editorial.jpg" rel="lightbox[3767]"><img class="size-medium wp-image-3768" title="Visual de El Salvador. Foto: Minduim" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/editorial-220x148.jpg" alt="Visual de El Salvador. Foto: Minduim" width="220" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Visual de El Salvador. Foto: Minduim</p></div>
<p>A Blackwater nasceu de fotos. Antes da própria idéia, as tais já estavam lá, aguardando algum uso, esperando sua chance de aparecer para todo mundo. E que forma mais democrática e atual de aparecer para o mundo do que a internet? Assim nasceu a BW, filha de um punhado de boas fotos sem uso, com um plug in de vinte dólares ( que hoje em dia qualquer um baixa &#8220;for free&#8221; ) que simula o passar de páginas de revista. Bem simples. Mas sabíamos que nosso ambiente, a internet, era traiçoeiro, ou melhor, exigente, e se Chacrinha fosse vivo iria dizer: quem não se atualiza, se trumbica! E assim o fizemos, a cada Blackwater nova procurávamos incrementar alguma idéia. Podemos dizer que temos versões ao invés de edições, todo mês lançamos uma nova, 0.1, 0.2&#8230;2.5&#8230;essa atual é a 4.7, a mais moderna no mercado! Entre grandes e pequenas mudanças ao longo desse tempo, uma, ao nosso ver, catapultou o projeto para outro nível editorial: a inclusão de vídeos das ondas fotografadas. O mesmo momento eternizado em duas mídias e as duas mídias ilustrando simultânemante as páginas da Blackwater. Fantástico! Confessamos que a idéia original não foi nossa, o portal gringo surfline já havia feito algumas matérias cativantes com fotos e vídeos. Mas graças ao intrépido soldado Gustavo Camarão, iniciamos nossas experiências no assunto, que culminaram em coberturas incríveis de dias memoráveis poucos dias após o acontecido. Quem não se lembra da matéria de Halloween em Teahupoo ou do Pipeline infâme em 2007? Mas ainda sabemos que estamos em um abiente traiçoeiro, ou melhor, dinâmico, e por isso não dá pra ficar parado. E quem nos mostrou isso foi outro intrépido, Henrique Pinguim, adaptando seu equipamento para fotografar e filmar também simultaneamente, só que dentro d&#8217;água! Isso que é evolução. Assim, lançamos mais essa versão da BW, mas que no fundo é uma edição. Edição do que há de melhor no surfe atual.</p>
<p>Não se trumbique,<br />
Luiz Blanco</p>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/47"><span style="font-size: x-large;">Clique e confira esta edição completa</span></a></p>
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		<title>Viajando nas fotos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 23:04:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Renato Tinoco, 44 anos, foi sempre também um pouco fotógrafo. <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3517" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/ViajandoNasFotos13.jpg" rel="lightbox[3492]"><img class="size-large wp-image-3517" title="Ano passado, além do Bob Martinez e o Damien Hobgood, o cara que mais pegou tubo nas sessions de free surf, foi o Josh Kerr, é um cara que além do repertório progressivo de manobras, tem a manha de entubar." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/ViajandoNasFotos13-630x424.jpg" alt="Ano passado, além do Bob Martinez e o Damien Hobgood, o cara que mais pegou tubo nas sessions de free surf, foi o Josh Kerr, é um cara que além do repertório progressivo de manobras, tem a manha de entubar." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Ano passado, além do Bob Martinez e o Damien Hobgood, o cara que mais pegou tubo nas sessions de free surf, foi o Josh Kerr, é um cara que além do repertório progressivo de manobras, tem a manha de entubar.</p></div>
<p>Renato Tinoco, 44 anos, foi sempre também um pouco fotógrafo. Nascido em Recife, resolveu, no início dos anos oitenta, fazer intercâmbio na Califórnia. Lá comprou sua primeira câmera, uma Minolta a prova d&#8217;água com a qual poderia &#8220;eternizar os momentos mágicos que o surf proporcionava, como aqueles que devorava com os olhos nas revistas Visual Esportivo, Surfer e Surfing&#8221;. Depois do intercâmbio, morou em Nova Iorque, onde estudou música e parou de surfar, mas não de fotografar. A Minolta, que já havia naufragado há tempos, deu lugar a uma Nikon, que Renato usava agora para fotografar shows. &#8220;Meu desafio era conseguir entrar nos shows com a câmera sem ser pego, até no Madison Square eu consegui entrar e fiz altas imagens.&#8221; De volta ao Brasil, morou no Rio de Janeiro, onde se dedicou totalmente a música. Trabalhava fazendo jingles e também tocou na Plebe Rude, Uns e Outros e com Zélia Duncan. Depois de oito anos de Rio, acordes e partituras, voltou ao Recife para abrir uma loja de instrumentos musicais. Foi quando pôde novamente surfar, e fotografar. &#8220;Tinha uma casinha em Serrambi, uma das melhores ondas que já surfei na vida, e viajava sempre pro Peru e Noronha para surfar com meus irmãos e amigos e, consequentemente, fazia altas imagens.&#8221; Renato passou onze anos em Recife, onde fotografia e surfe eram puramente lazer. Mas, em mais uma reviravolta &#8220;resolvi jogar tudo pro alto e mudar minha vida. Fechei a loja, mudei para Florianópolis, e investi uma grana em equipamento fotográfico de nível para poder me profissionalizar.&#8221; Foi aí que ele deixou de ser também um pouco fotógrafo para se tornar muito fotógrafo e transformar a atividade em uma de suas principais. &#8220;Paralelamente abri uma pequena importadora de instrumentos musicais e hoje distribuo para lojas de todo o Brasil. É um trabalho relativamente tranquilo, e me permite viajar bastante para fotografar. Com a internet posso resolver os problemas de qualquer lugar.&#8221; Há quatro anos morando em Florianópolis e fotografando surfe, Renato já foi para Indonésia, Peru, Chile, Taiti e Africa do Sul e teve suas fotos publicadas nas principais mídias nacionais.</p>
<p><strong><span style="font-size: large;">ENTREVISTA</span></strong></p>
<p><strong>Você largou dois negócios ( música e loja ) para trabalhar com o surfe. O que te atraiu para essa escolha?</strong><br />
A vida de empresário tem a vantagem de uma situação financeira mais estável, no entanto, o stress e a pressão são muito grandes. Recife é uma cidade muito violenta, um de meus objetivos era tentar focar o maximo possível nas coisas que me dessem satisfação pessoal e ter uma boa qualidade de vida depois dos 40. E foi isso que eu busquei com essa decisão.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_3518" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/ViajandoNasFotos16.jpg" rel="lightbox[3492]"><img class="size-large wp-image-3518" title="Medina mostrando como se faz, no final de tarde na Cacimba." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/ViajandoNasFotos16-630x424.jpg" alt="Medina mostrando como se faz, no final de tarde na Cacimba." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Medina mostrando como se faz, no final de tarde na Cacimba.</p></div>
<p>Qual o seu equipamento?</strong><br />
Basicamente uso equipamentos Canon, meu quiver principal são a 1DMKIII e a 5DMKII, as lentes principais são a 15mm 2.8, 24-70mm, 70-20mm, 300mm e a 600mm, uso a caixa estanque feita pelo Mestre Ivan (Prfo. Pardal) daqui de Floripa, que me da a versatilidade de usar todas as maquinas que tenho em uma só caixa.</p>
<p><strong>Como banca suas viagens?</strong><br />
Na maioria das vezes banco minhas viagens, mas na verdade eu invisto pra colher na frente, é uma filosofia que já herdei do comércio, pois se tenho material bom para oferecer aos veículos e marcas patrocinadoras dos atletas, sei que o retorno do capital investido e algum lucro é garantido.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_3519" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/ViajandoNasFotos20.jpg" rel="lightbox[3492]"><img class="size-large wp-image-3519" title="Nessa onda perfeita, C.J. deu a maior rabeada no Mineirinho, olha só o tubo que o Mineiro perdeu!" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/ViajandoNasFotos20-630x424.jpg" alt="Nessa onda perfeita, C.J. deu a maior rabeada no Mineirinho, olha só o tubo que o Mineiro perdeu!" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Nessa onda perfeita, C.J. deu a maior rabeada no Mineirinho, olha só o tubo que o Mineiro perdeu!</p></div>
<p>Como define os destinos de suas viagens?</strong><br />
Principalmente para lugares e atletas onde sei que vou ter bom material para oferecer, principalmente de dentro dágua, que é o que mais curto, justamente pela dificuldade e exclusividade.</p>
<p><strong>Qual a importância das viagens para um fotografo de surfe?</strong><br />
Acho que além de experiência em situações e ondas diferentes, é também uma oportunidade de expandir os seus horizontes profissionalmente, pois você acaba conhecendo pessoas, e isso sempre gera alguma semente que certamente pode vir a gerar bons frutos no futuro.</p>
<p><strong>Qual a onda que considera mais fotogênica? E a mais difícil para fotografar?</strong><br />
Das que tive oportunidade de fotografar Teahupoo é a resposta para as duas perguntas, em se tratando de foto dentro d´água é claro. Mas geralmente, qualquer fundo de pedra, depois de um certo tamanho, já pode passar de paraíso pra pesadelo em alguns segundos. A Cacimba do Padre e Teahupoo são minhas favoritas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_3520" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/ViajandoNasFotos03.jpg" rel="lightbox[3492]"><img class="size-large wp-image-3520" title="Um momento mágico do mestre congelado contemplando o final do túnel num final de tarde épico em Super Tubes." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/ViajandoNasFotos03-630x424.jpg" alt="Um momento mágico do mestre congelado contemplando o final do túnel num final de tarde épico em Super Tubes." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Um momento mágico do mestre Tom Curren congelado contemplando o final do túnel num final de tarde épico em Super Tubes.</p></div>
<p>Você iniciou a carreira profissional em uma época em que estavam terminando a maioria dos vínculos exclusivos de fotógrafos com revistas. Como encarou isso? Acha bom ou ruim?</strong><br />
Na época foi bom pra mim, pois isso abriu um espaço para todo mundo que tivesse material de qualidade para apresentar. Só que o lado ruim disso é que infelizmente as revistas passaram a abrir o mercado para os fotógrafos de fora, em muitos casos, dando mais valor ao material deles que ao dos profissionais daqui, coisa que não acontece lá fora. Eu mesmo já estive em situações em que eu estava fora, cobrindo uma etapa do CT e me disseram que não mandasse material porque iriam usar o material da ASP, e quando vi a revista, o material era todo de um fotógrafo gringo, e eu estava lá, do lado do cara, no mesmo barco, fazendo as mesmas fotos . Mas isso não acontece só com os fotógrafos, o mesmo infelizmente acontece com os próprios surfistas Brasileiros, que tem seu lugar invadido por gringos que nem tem tanta projeção assim pra justificar estarem em uma capa de revista.</p>
<p><strong>Você teve duas fases fotograficas na sua vida, uma analógica e outra digital. Sinceramente, sente saudade de algum aspecto na fotografia analógica?</strong><br />
Cara&#8230;na minha opinião, não tem argumento positivo algum na fotografia analógica que sobreponha as vantagens da fotografia digital, para mim é simples assim.</p>
<p><strong>Quais os principais fatores para uma boa foto, na sua opinião?</strong><br />
Acho que a composição e o aproveitamento correto da luz para obter o resultado desejado.</p>
<p><strong>E as principais características de um bom fotografo de surfe?</strong><br />
Essa é boa&#8230; Na verdade eu ainda não me sinto a altura pra responder ainda, pois estou engatinhando no segmento, sempre procuro observar os profissionais que admiro, pra tentar assimilar alguma coisa. Mas acho que como em todo tipo de arte, o principal é ter uma identidade definida. Eu ainda estou buscando a minha. Nessa última temporada, o Tony Fleury, que sempre foi um cara que admirei o trabalho, me ensinou uma coisa que mudou bastante minha visão da fotografia em geral. Eu estava dividindo o line up com ele na Cacimba e fiz uma foto de alguém que fez um tubasso, mas que estava um pouco longe para uma foto com 15mm, ai falei pra ele: &#8220;acho que fiz uma fotinha boa!&#8221;,  e ele me disse: &#8220;só que o que vende não é fotinha boa,  e sim Fotão!&#8221; E é uma grande verdade, pra que serve uma fotinha boa a não ser para encher mais teu HD? Isso me fez reduzir no minimo em 30% a minha quantidade de cliques depois dessa lição.</p>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/46"><span style="font-size: x-large;">Confira a edição completa desta matéria.</span></a></p>
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		<title>SC: Surf pra C@$#†!!!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 22:53:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se o Rio de Janeiro é chamado de maior surf <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o Rio de Janeiro é chamado de maior surf city do país e São Paulo o grande centro empresarial do esporte, não é exagero falar, então, que Santa Catarina é o estado que mais respira surfe no Brasil. Por que? A começar pelos dados, Santa Catarina é aonde estão cadastradas o maior número de associações locais de surfe, são 32. No Rio são 18 e em São Paulo 16, por exemplo. Isso quer dizer que o estado de Santa Catarina não só tem o surfe organizado como também espalhado, pois dessas 32 associações, praticamente metade representam picos ou cidades fora da Ilha de Florianópolis, que é, teoricamente, o centro do surfe catarinenese, seu berço. E o surfe fora da ilha vai muito bem, obrigado. Sua força é clara ao falarmos nomes atuantes como Alejo Muniz, o jovem talento mundial nasceu em Bombinhas; Jean da Silva e William Cardoso, destaques no brasileiro profissional e no WQS, são de São Francisco do Sul e Balneário Camburiú respectivamente; Everaldo Pato, um dos freesurfers com maior repercussão no país, veio do Balneário de Penha. Lugares com no mínimo setenta quilometros de distância de Florianópolis, São Chico chega a quase duzentos! Assim vemos como não só a organização excedeu os limites da ilha, mas o talento também o fez.</p>
<div id="attachment_3511" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/sc-surf15.jpg" rel="lightbox[3494]"><img class="size-large wp-image-3511" title="Pedro Henrique mandando um Fake Air pra gringo ver, praia dos Ingleses. Foto: Everton Luis" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/sc-surf15-630x424.jpg" alt="Pedro Henrique mandando um Fake Air pra gringo ver, praia dos Ingleses. Foto: Everton Luis" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Henrique mandando um Fake Air pra gringo ver, praia dos Ingleses. Foto: Everton Luis</p></div>
<p>No total, o litoral catarinense possui quase 500 km. Não é dos maiores e nem dos mais recortados, mas a qualidade e, principalmente, a variedade de ondas chama a atenção. Em grandes ondulações, por exemplo, a Praia da Vila em Imbituba e a Silveira em garopaba, dão conta do recado e seguram até quinze pés, dizem os locais. O inverno é a melhor época para esses picos, que funcionam com força total nas ondulações de sul. Na Vila o vento ideal é do quadrante norte e na Silveira, é de sul. Por outro lado, para quem não quer enfrentar umas morras geladas, a parte norte do litoral de Santa Catarina é consideravelmente mais abrigada de ondulações. Em dias grandes é comum quebrarem lá ondas médias, mas de vários tipos. É o caso da Praia Brava em Itajaí e da Prainha de São Chico, dois dos picos mais constantes da região. Lá é prossível, em dias extremamente clássicos, surfar até seis pés perfeitos! Mas existem muitas outras opções ao longo dessa parte da costa, inclusive ondas &#8220;proibidas&#8221; como Atalaia e também lajes em alto mar.</p>
<div id="attachment_3512" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/sc-surf06.jpg" rel="lightbox[3494]"><img class="size-large wp-image-3512" title="Gustavo Schilikman conhece bem os tubos do Campeche e sabe aproveita-los ao máximo nos dias bons. Foto: Everton Luis" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/sc-surf06-630x424.jpg" alt="Gustavo Schilikman conhece bem os tubos do Campeche e sabe aproveita-los ao máximo nos dias bons. Foto: Everton Luis" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Gustavo Schilikman conhece bem os tubos do Campeche e sabe aproveita-los ao máximo nos dias bons. Foto: Everton Luis</p></div>
<p>Florianópolis é um caso a parte. Por ser uma ilha, abriga diversos tipos de ondas. Das famosas Joaquina, Mole, Campeche e Santinho a picos menos conhecidos e até mesmo secrets, tem de tudo lá. A Joaquina, uma das praias mais famosas do Brasil, é conhecida por suportar grandes ondulações de leste/nordeste e quando o vento encaixa do quadrante norte é uma aposta certa. Ondas emparedadas e tubulares rolam por lá. E o &#8220;filet&#8221; é a famosa esquerda que vem de trás do costão e passa pela pedra do careca. Nos dias bons os locais abocanham o &#8220;filet&#8221; e o que sobra, até para quem quer mais tranquilidade, é o meio da praia e acredita que léa também dão altas? A &#8220;Joaca&#8221; funciona o ano inteiro e sempre tem alguém dentro d&#8217;água pois se trata da praia com melhores condições perto do centro urbano. Os que querem se afastar dessa badalação, normalmente elegem Moçambique como o pico. A praia é mais isolada e quando o vento está de norte, nordeste ou oeste puro, os bancos de areia funcionam. No verão a onda encaixa em um inside, fazendo bons tubos. No inverno, com grandes ondulações, algumas bancadas mais para fora começam a quebrar e rolam ondas surfáveis com mais de dois metros! E é bom tomar um cuidado com seu carro e pertences na praia pois existem &#8220;malandrinhos&#8221; de plantão pelo local.</p>
<p>Ainda dentro da ilha, rola uma onda rara e especial, essa sim um caso a parte. Ela é tão especial que são poucos os que conseguem pegar o pico do jeito certo. Para o Campeche quebrar é necessária uma grande ondulação de sul com vento oeste. Quado tudo está de acordo, longas direitas percorrem o banco de areia, com algumas seções de tubo. A onda é tão longa e boa que recebeu o apelido de &#8220;JBay&#8221; de Floripa. Mas ao contrário da raridade do Campeche, o Santinho é um pico ultra constante. Muitos consideram a praia mais High Performance de Floripa, é uma onda forte e manobrável, com qualquer tamanho e vento, todo o ano.</p>
<div id="attachment_3513" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/sc-surf20.jpg" rel="lightbox[3494]"><img class="size-large wp-image-3513" title="É por isso que é bom manter segredo. Foto: Everton Luis" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/sc-surf20-630x424.jpg" alt="É por isso que é bom manter segredo. Foto: Everton Luis" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">É por isso que é bom manter segredo. Foto: Everton Luis</p></div>
<p>Os acessos a essas praia são simples, mas ainda existem picos escondidos nessa área. Para quem quer saber mais, o fotógrafo Everton Luis manda a real: &#8220;Secrets devem continuar secrets, são alguns ainda na região e por suas remotas localizações e difíceis acessos continuam sem crowd!&#8221;. E é exatamente o crowd um dos problemas de Santa Catarina, principalmente em Florianópolis, que recebe muita gente de fora, seja para morar ou simplesmente para curtir uma temporada.  O trânsito chega a dar nó nos dias mais cheios de praia! Mas o crowd também traz boas coisas, micros biquinis, e algo mais, nas areias catarinenses. São um brilho a mais no verão da região.</p>
<p>Mais ao sul do estado, está o Farol de Santa Marta. As ondas do Cardoso, Cigana e Galhetas Sul e Norte ficam nessa região e são muito boas. Quebram com qualquer tamanho e a ondulação ideal é de sul ou leste. A água é normalmente marrom e mais fria do que o resto dos picos ao norte. Em compensação o crowd é pequeno, chegando as vezes a ser nulo em dias de semana. Outro pico que tem se falado muito é a Laje de Jaguaruna, um pouco mais ao sul do Farol. Quando o mar sobe realmente, essa onda quebra sobre uma pedra no meio do mar, o acesso só é possível de barco e rola um tow-in de alto nível.</p>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/46"><span style="font-size: x-large;">Confira a edição completa desta matéria.</span></a></p>
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		<title>Rolé pela Orla</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 22:48:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O carioca é um povo do mar. Vive na praia, <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O carioca é um povo do mar. Vive na praia, ou passando por ela. Assim, quando uma grande ressaca atinge a região, a comoção não é só dos surfistas, mas de quase todos os moradores do Rio. Ver as ondas altas do calçadão ou de alguma outra vista privilegiada se torna um grande programa, principalmente se for um fim de semana. Foi esse aspecto que me levou, no último swell, a dar um rolé pela orla. Não combinei com nenhum surfista nem com ninguém, fui passando, cedo pela manhã, em alguns picos que compoem a paisagem da cidade e estavam quebrando. Seja a pé, de ônibus, carro ou bicicleta, quem circulou pela orla nesse dia viu mais ou menos isso aqui&#8230;</p>
<div id="attachment_3509" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/Role-Orla04.jpg" rel="lightbox[3496]"><img class="size-large wp-image-3509" title="Copacabana, a princesinha do mar, mostrando um de seus segredos mais surpreendentes e agradáveis, uma longa bancada no outside que foi carinhosamente apelidada de sorriso. Foto: Luiz Blanco" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/04/Role-Orla04-630x424.jpg" alt="Copacabana, a princesinha do mar, mostrando um de seus segredos mais surpreendentes e agradáveis, uma longa bancada no outside que foi carinhosamente apelidada de sorriso. Foto: Luiz Blanco" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Copacabana, a princesinha do mar, mostrando um de seus segredos mais surpreendentes e agradáveis, uma longa bancada no outside que foi carinhosamente apelidada de sorriso. Foto: Luiz Blanco</p></div>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/46"><span style="font-size: x-large;">Confira a edição completa desta matéria.</span></a></p>
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		<title>Test Drive: Keith Malloy</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 01:38:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todo surfista inteligente descobre que a variedade de equipamento é <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo surfista inteligente descobre que a variedade de equipamento é uma peça chave quando o assunto são viagens, você nunca sabe o que exatamente te espera na escala final do seu voo. Uma terra de esquerdas e água quente, a Nicarágua recentemente se tornou um destino popular na América Central, um lugar onde o vento é sempre terral e as onda raramente desapontam. Quando o californiano Keith Malloy ficou sabendo da notícia de uma boa ondulação no lugar já apelidado de &#8220;a próxima Costa Rica&#8221;, pegou um voo para a Managua mais rápido do que você possa dizer &#8220;alaia&#8221;.</p>
<div id="attachment_3299" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/keith-malloy-nicaragua-01.jpg" rel="lightbox[3298]"><img class="size-large wp-image-3299" title="Surfar com uma Alaia não é tão fácil quanto pode parecer, mas é muito mais divertido do que parece. Foto: Burkard" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/keith-malloy-nicaragua-01-630x424.jpg" alt="Surfar com uma Alaia não é tão fácil quanto pode parecer, mas é muito mais divertido do que parece. Foto: Burkard" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Surfar com uma Alaia não é tão fácil quanto pode parecer, mas é muito mais divertido do que parece. Foto: Burkard</p></div>
<p><strong> BlackWater: O que te levou a essa viagem?</strong><br />
Recebi a ligação de um amigo que vive na Nicarágua e ele disse: &#8220;Trate de vir pra cá, as ondas vão bombar.&#8221; Ele é um dos meus melhores amigos e está morando lá por quase cinco anos e nunca tinho o visitado, então decidi que esse seria o momento ideal. Foi uma das viagens mais que tive em anos.</p>
<p><strong>BlackWater: Um tiro curto?</strong><br />
Isso. Meu amigo me ligou e falou que estava bom, então planejei pegar essa ondulação e ficar lá apenas sete dias. O primeiro dia foi quando pegamos tubos em pé, e a ondulação foi diminuindo lentamente até o último dia, quando surfamos de pranchão.</p>
<div id="attachment_3301" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/keith-malloy-nicaragua-02.jpg" rel="lightbox[3298]"><img class="size-large wp-image-3301" title="Ondas pequenas + equipamento certo = enorme diversão. Foto: Burkard" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/keith-malloy-nicaragua-02-630x424.jpg" alt="Ondas pequenas + equipamento certo = enorme diversão. Foto: Burkard" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Ondas pequenas + equipamento certo = enorme diversão. Foto: Burkard</p></div>
<p><strong>BlackWater: Que pranchinhas você levou?</strong><br />
Tenho meu modelo próprio de uma Fletcher Chouinard, se chama KMRP, e tenho uma 6&#8242;4&#8221; também, mas na maioria das fotos estou usando o modelo Dan ( Malloy ), a DM3. Queria mudar um pouco as coisas, ela era 6&#8242;3&#8221; swallow.<br />
<strong>BlackWater: E qual a diferença dela para a KMRP?</strong><br />
Na minha opinião, a DM3 é um pouco mais solta e mais fácil de desgarrar. Meu modelo tem rabeta round pin e do Dan é swallow. Acho que meu modelo é uma prancha para ondas melhores.<br />
<strong>BlackWater: E o pranchão azul das fotos?</strong><br />
Esse é um pranchão qualquer que peguei na escolinha de surfe do meu amigo.<br />
<strong>BlackWater: Burkard tirou várias fotos de você surfando de peito. Usou algum equipamento, alguma pranchinha de mão?</strong><br />
Não, só um par de nadadeiras Da Kine.</p>
<div id="attachment_3303" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/keith-malloy-nicaragua-03.jpg" rel="lightbox[3298]"><img class="size-large wp-image-3303" title="A alaia pede um estilo mais clássico e uma onda mais de linha,  Nicarágua e Malloy em sintônia. Foto: Burkard" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/keith-malloy-nicaragua-03-630x424.jpg" alt="A alaia pede um estilo mais clássico e uma onda mais de linha,  Nicarágua e Malloy em sintônia. Foto: Burkard" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">A alaia pede um estilo mais clássico e uma onda mais de linha,  Nicarágua e Malloy em sintônia. Foto: Burkard</p></div>
<p><strong>BlackWater: O que é o surfe de peito para você?</strong><br />
Surfe de peito é outra forma para surfar. Tendo vários tipos de prancha e a opção de surfar de peito você pode se divertir em qualquer tipo de mar. Você pode surfar de peito um tubinho de meio metro, você vai se encaixar precisamente no tubo, mesmo estando muito pequeno. É muito mais divertido do que tentar usar uma pranchinha em ondas desse tamanho. Ou você pode misturar os dois também, entende? Talvez o mais legal possa ser remar lá pra fora e pegar umas ondas em uma fish e depois colocar os pés de pato e pegar umas de peito, dar uma nadada. É bom cair de peito, também, em uma onda que tenha força mas que não seja muito rápida. Com uma prancha poderia ser chato ficar apenas fazendo um cut-back atrás do outro, mas de peito é  uma onda perfeita para se manter junto a espuma da onda, na parte mais crítica. Na Nicarágua existem algumas ondas que achei muito boas para surfar de peito.</p>
<p><strong>BlackWater: Fale sobre a alaia que você levou.</strong><br />
Eu tenho uma alaia 7&#8242;4&#8221; do Tom Wegener, rabeta swallow, basicamente ela foi roubada do meu irmão Dan. As alaias são ótimas, mas muito difíceis de serem usadas de backside, então sempre fiquei chateado em não poder usá-las em casa, onde quebram direitas. Levei uma para a Indonésia no último verão e me diverti muito, surfei várias esquerdas. Fiz uma pequena pesquisa antes de ir para a Nicarágua e descobri que lá tem boas esquerdas também, por isso peguei a alaia do Dan e coloquei na minha capa.<br />
<strong>BlackWater: O que você mais gosta nas alaias?</strong><br />
É incrível quando você consegue pegar a onda certa. Tem tipos de onda que a alaia é a prancha para se usar. Condições que encaixam perfeitamente nela.</p>
<p><strong>BlackWater: Quais essas condições?</strong><br />
Eu gosto de esquerdas rápidas, da altura da cintura é o ideal, mas gosto quando fica maior, é mais desafiador, só que com certeza já não é mais o ideal para uma alaia.</p>
<p><strong>BlackWater: E você tem problemas para surfar de backside, nas direitas?</strong><br />
De backside é também muito divertido e um tanto desafiador. Mas gosto só de ficar em pé e fazer a linha, fazer cavadas curtas e acelerar a alaia na parede, mas não tento muito quebrar essa linha. Quando você está em uma prancha sem quilhas, é bem semelhante ao drop-knee em um bodyboard, e nunca havia feito isso. Uma coisa que você tem que fazer são pequenas desgarradas para se manter no crítico da onda. Se você está rápido demais e for passar a sessão, a única maneira de desacelerar é dando uma desgarrada. Então, é funcional. Ondas de linha são muito boas para alaias porque você pode escolher uma linha e ir fazendo a onda toda, sessões que nem de pranchinha passaria. É impressionante a velocidade que alcança sem mesmo fazer esforço. É só encaixar na linha e ir embora.</p>
<p><strong>BlackWater: É interessante como as alaias se tornaram popular recentemente.</strong><br />
As pessoas usam ela por diferentes razões. Alguns tem alaias bem pequenas e estreitas, e gostam de fazer cut-backs, acertar o lip e coisas assim. Acho ótimo também. Esses caras são talentosos e eu não consigo surfar assim com uma delas. Mas uso a alaia pela razão oposta, a possibilidade de fazer uma linha mais simples, apenas ir deslizando. Elas se tornaram uma mania, mas confesso, sou um adepto. Gosto tanto que a única coisa que posso fazer é curtir dessa mania.</p>
<p><span style="font-size: x-large;"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/45">Confira a edição completa desta matéria.</a></span></p>
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		<title>Parada obrigatória: Ilhas Reunião</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 01:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ricardo Junji é um assíduo colaborador da Blackwater. Até não <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Junji é um assíduo colaborador da Blackwater. Até não muito tempo atrás residente da Indonésia, Junji nos surpeendeu ao contar que estava morando agora na ilha Reunião. Foi, então, motivo para o contato e saber um pouco mais dessa mudança de ares, e de mares.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Porque Reunião?</span></strong></p>
<p>Com o nascimento da minha filha, minha esposa me propôs ir morar na ilha Reunião e sendo um local com altas ondas, decidimos nos mudar. Outro motivo foi o fato da Indonésia ter se tornado um pico muito popular, o que para o meu trabalho, causou uma grande mudança. Vim para cá com o intuito de explorar algo novo e diferente. Localizado “ao lado” da África do Sul estou próximo do ponto de partida para alguns dos meus projetos ( o outro lado do Oceano Indico e o continente africano ).</p>
<div id="attachment_3294" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/Reuniao-01.jpg" rel="lightbox[3293]"><img class="size-large wp-image-3294" title="Além de muito manobrável, Saint Leu também tem seus dias de tubo. Foto: Junji" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/Reuniao-01-630x424.jpg" alt="Além de muito manobrável, Saint Leu também tem seus dias de tubo. Foto: Junji" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Além de muito manobrável, Saint Leu também tem seus dias de tubo. Foto: Junji</p></div>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Como é o lugar?</span></strong></p>
<p>Na Reunião, em seus 2510 quilômetros quadrados, existem diversos microclimas, que faz o clima variar, numa curta distância, de lugar para lugar, mesmo sendo uma pequena ilha. Basta você escolher o clima que mais lhe agrada para decidir onde se instalar. Em 35 minutos você pode sair de um lugar com a temperatura a 35 graus e chegar a outro a 15 graus. O pico mais alto da ilha, chamado de Piton des Neiges, fica a 3072 metros de altura acima do nível do mar. Em outubro de 2006 foi o último registro de neve.<br />
Economicamente a ilha tem como base o turismo, a agricultura ( a cana-de-açúcar é a principal ) e a pesca. A taxa de desemprego é alta. 27,2% população ativa esta desempregada. A Reunião é quase que totalmente dependente da metrópole – a França, de onde 66% de suas necessidades são importadas. Por outro lado exporta mais de 70% de sua produção. A cultura tem o lado africano e europeu que o Brasil tem. A ilha faz parte do território francês, mas é uma mistura das culturas, basicamente européia, africana, indiana e chinesa, o que enriquece o lugar em vários aspectos, e que resume o que é a ilha Reunião.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Como é a cena local de surfe?</span></strong></p>
<p>O nível do surf da Reunião é alto. Daqui saem vários surfistas que representam a Franca no circuito mundial. Na última edição do campeonato mundial Pro Junior, na Austrália, o titulo ficou com Maxime Huscenot no masculino, e Johanne Defay, atual campeã européia Pro Junior, terminou na terceira colocação, entre as meninas. Jeremy Flores, que é um dos dois únicos representantes europeus no WCT de 2010, entre outros nomes que estão na corrida por uma vaga no World Tour. A nova geração vem com força total. Os diversos “surf clubs” existentes na ilha preparam a molecada desde cedo para seguirem o caminho no mundo competitivo. E tendo exemplos como Jeremy Flores, Rob Machado (que tem duas filhas nascidas e que moram aqui), Máxime Huscenot, a molecada está cada vez mais inspirada.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">E as ondas?</span></strong></p>
<p>O sul da ilha é onde o swell entra sempre maior. A costa oeste é onde estão presentes a maiorias dos picos. A costa leste é evitada, por muitos, devido à presença de tubarões. Mas existem boas direitas e quando quebram tem gente surfando. O crowd existe, mas onde os locais mais demonstram a posse é em Saint Leu, a mais famosa e clássica de todas. Sabendo como chegar e respeitando as regras do surf você vai pegar a sua onda, assim como no Brasil ou em qualquer lugar do mundo.<br />
O inverno é a época que a ilha recebe as ondulações predominantes do quadrante sul, que é o que queremos. Mas no verão, os ciclones vindo do norte trazem ondas para os picos que so funcionam com ondulação de norte. Apesar de o inverno ser a melhor aposta, o verão também não deixa a desejar, mesmo sendo menos constante.<br />
Em termos de tamanho é similar ao Brasil, tendo os picos que quebram as marolas e outros que chegam até os 20 pés. Hoje em dia tem uma galera que faz tow-in.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Qual a qualidade das ondas? </span></strong></p>
<p>A qualidade das ondas é muito boa. É um mix do Hawaii e Indonésia. Não tem a onda tipo Pipeline, Waimea, Padang Padang &#8211; ondas que identificam o lugar. Mas tem ondas com tamanho e perfeição. A onda mais conhecida da ilha é Saint Leu. Uma esquerda longa que rola um tubo perfeito na sessao do segundo bowl. Tem outras ondas que lembram também Desert Point, Off the Wall, e até algumas ondas das ilhas Mentawai. Resumindo, as bancadas ao redor ilha proporcionam alta qualidade de ondas.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;"> </span></strong></p>
<div id="attachment_3296" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/Reuniao-02.jpg" rel="lightbox[3293]"><img class="size-medium wp-image-3296" title="Não só de esquerdas vive Reunião. Foto: Junji" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/Reuniao-02-220x148.jpg" alt="Não só de esquerdas vive Reunião. Foto: Junji" width="220" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Não só de esquerdas vive Reunião. Foto: Junji</p></div>
<p>E os tubarões?</p>
<p>Já ouvi várias histórias, mas as pessoas procuram não falar muito pois vamos estar na água de qualquer maneira. Basta respeitar as regras que são: não usar bermudas ou pranchas com cores vivas, objetos brilhantes, não surfar no horário que eles saem para caçar (de manhã cedo ou no final de tarde apos o pôr do sol), evitar surfar sozinho e apos a chuva onde tenha saída do rio para o mar.</p>
<p>Com relação aos ataques, o ultimo foi ha 4 ano atrás. Mas respeitando as regras, os surfistas continuam surfando. De acordo com as estatísticas 100 pessoas morrem em acidente de carro, 25 afogados e 1 por ataque de tubarão, por ano. Entre 1980 e 2004 aconteceram 24 ataques, sendo 12 fatais. Desses 24 ataques, apenas 7 eram surfistas. As outras as vitimas foram nadadores, mergulhadores e windsurfistas.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">No flat, o que mais tem para fazer?</span></strong></p>
<p>As varias cachoeiras são uma boa pedida. Também uma caminhada na montanha para refrescar e curtir o visual, ou até mesmo uma volta ao redor da ilha, que é possível ser feita em um dia. A diversidade étnica e cultural é a principal característica da Reunião o que faz do rolé ser bem interessante. O mercado de artesanatos em Saint Pierre é outra pedida.<br />
Cirque de Mafate, uma caldeira onde no passado foi o campo de refugio dos escravos que escaparam do trabalho forçado, e que hoje em dia é o campo de refugio da vida cotidiana. O difícil acesso é o desafio, pois so existem apenas duas maneiras para chegar, a pé ou de helicóptero. Mas é o roteiro de muitos turistas que chegam na ilha.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong><a href="http://www.blackwater.com.br/site/45">Confira a edição completa desta matéria.</a></strong></span></p>
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		<title>Novo continente: Europa</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 01:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O surfe nunca foi o principal esporte europeu e muito <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O surfe nunca foi o principal esporte europeu e muito menos a Europa o principal território surfístico, mas é inegável a afinidade que os dois possuem. Tão inegável que tanto surfistas quanto ondas e, também, costumes europeus, figuram constantemente em parte grande da mídia especializada. Atraídos pelo estilo de vida bucólico do velho continente, um bucolismo que quase sempre inclui bebidas, festas e muitas garotas, os surfistas também descobriram o potencial de ondas que aquela costa, ou melhor, que todo o continente apresentava. As opções são das mais variadas, desde bocas de rio ultra clássicas até lages de pedras cracudas, passando por bancos de areia perfeitos e o que mais você puder imaginar ou surfar. A Europa é isso, diversidade. Cultural, geográfica, climática e de ondas, claro. E é dessas mesmo que queremos falar.</p>
<div id="attachment_3288" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/peter-mendia-europa-chris-burkard.jpg" rel="lightbox[3287]"><img class="size-large wp-image-3288" title=" Peter Mendia sabe que pode esperar ualquer coisa da Europa, aqui ele recebe o melhor possível. Foto: Chris Burkard. Foto: Chris Burkard" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/peter-mendia-europa-chris-burkard-630x424.jpg" alt="O surfe nunca foi o principal esporte europeu e muito menos a Europa o principal território surfístico, mas é inegável a afinidade que os dois possuem. Tão inegável que tanto surfistas quanto ondas e, também, costumes europeus, figuram constantemente em parte grande da mídia especializada. Atraídos pelo estilo de vida bucólico do velho continente, um bucolismo que quase sempre inclui bebidas, festas e muitas garotas, os surfistas também descobriram o potencial de ondas que aquela costa, ou melhor, que todo o continente apresentava. As opções são das mais variadas, desde bocas de rio ultra clássicas até lages de pedras cracudas, passando por bancos de areia perfeitos e o que mais você puder imaginar ou surfar. A Europa é isso, diversidade. Cultural, geográfica, climática e de ondas, claro. E é dessas mesmo que queremos falar.   O surfe em território europeu começou sua fama com as competições que rolavam, e algumas ainda rolam, em beach breaks com boas ondas, mas nem sempre. Campeonatos de grande importância já foram cancelados por falta de onda lá, flat que pode ser muito cruel para os mais desprevinidos. Mas também fica bom, muito bom e dias a fio e, apesar de muita gente saber disso, demorou para o berço da civilização chamada de moderna se tornar o berço do surfe, ou ao menos um colo amigo para alguns momentos. Hoje em dia, a temporada no continente excede o significado da definição que por muito tempo foi usada, a de perna européia. Muito além dos campeonatos, existe uma temporada de ondas boas e existem também ótimos surfistas locais, além de um batalhão de gringos, e aí podemos incluir brasileiros, querendo aparecer. Nesse batalhão, para o cenário ficar completo, estão convocados também fotógrafos, cinegrafistas e repórteres do mundo todo. Pronto! Não deve nada para uma temporada havaiana, só que ao invés do Kala espancando um bodyboarder indefeso em Pipeline você assiste ao Dane Reynolds comer um croissant enquanto fotografa sua namorada num belo entardecer na Riviera Francesa. Um clima, as vezes, europeu até demais.  Voltando ao surfe, o continente se destaca exatamente pelo fato de não ser um continente. Geograficamente, a Europa não passa de uma península anexada ao continente asiático e, como consequencia disso, seu litoral tem das formas mais irregulares que vemos no Atlas. Nenhum outro pedaço da terra possui tantas curvas, entradas, ilhas e ainda por cima outras penínsulas menores, como característica. É incrível o potêncial de ondas do lugar! Já falei isso né? Mas vale ressaltar que dos cinquenta países, a grande maioria possui litoral. Também, a Europa é conhecida pela quantidade de rios, e muitos deles deságuam no mar. Os surfistas agradecem. O destaque dessa costa certamente é sua porção banhada pelo oceano Atlântico. Ondas como Mundaka, no país Basco, Supertubos, em Portugal e La Nord, na França, além de picos como as Ilhas Canárias, menos famosos mas muito surpreendentes, fazem parte dessa costa.  Por outro lado, ondas já surfadas em lugares como Islândia, Noruega e, até mesmo, Rússia, provam a força do oceano chamado de Glacial Ártico. O cenário, muitas vezes inóspito, conta com um frio de lascar, pedras, larva vulcânica e ondas, na maioria das vezes, rápidas e buraco. Mas quase nínguem surfa por lá e muitos picos ainda não foram descobertos. Alguns consideram essa área, junto com a costa africana, como a nova fronteira do surfe. Por aqui, a badalação de outras praias da lugar a pequenos povoados recatados, onde o frio fala mais alto que qualquer coisa. O Mediterrâneo também guarda algumas surpresas, mas que normalmente só supreendem os mais maroleiros pelo que parece.  A melhor e mais segura época para o surfe na Europa é, sem sombra de dúvida, o outono. Mas se os beach breaks de lá podem se orgulhar pela regularidade e constância com que quebram, os picos mais clássicos ou com outro tipo de formação enfrentam a situação oposta e chegam a ficar anos sem quebrar do jeito. É o caso de Mundaka, um dos melhores e mais longos tubos para a esquerda do mundo, mas também um dos picos mais raros e temperamentais. Mundaka deve deter o recorde de dias adiados no WT e sempre é uma grande incógnita no calendário do tour. Mas quem consegue pegar a esquerda em um dia bom costuma sofrer uma overdose de tubos, onde a cabeça nem funciona mais direito, só curte os salões. A formação depende muito do rio que, quando tudo dá certo, esculpe milimetricamente um banco de areia perfeito para o surfe. A extensão, angulação e profundidade daquela areia combinada com um bom swell do Atlântico Norte resulta em uma das esquerda mais mágicas do mundo, pode ter certeza.  Existe uma calamidade não natural que preocupa os surfistas europeus, tanto quanto os do resto do mundo. É o crowd. Lá, na terra dos primeiros navegadores, o mar nunca foi limite para o homem e no surfe vemos a mesma disposição, com milhões de praticantes e uma turma enorme de fãs e apreciadores. Tudo isso, naturalmente, leva ao localismo e a confusões, ponto negativo. Mas o crowd europeu costuma ser amigável que em outros lugares do mundo, tirando algumas histórias da própria Mundaka e Ilhas Canárias, pouco se ouve sobre retaliações mais violentas. O crowd é até bem vindo em muitos lugares que impulsionaram seu crescimento com o turismo, caso de alguns balneários e praias fraceses.  Por diversos motivos e pelo grande motivo da diversidade, a Europa é um prato cheio para surfistas. Ondas boas, de todos os tipos, clima tranquilho e ameno, belezas naturais e articifiais também. O lugar onde grande parte de nossa cultura ocidental nasceu, não foi resposável pelo nascimento, nem por grande parte do desenvolvimento do surfe, mas acolhe o esporte e define alguns novos padrões. A Europa e seus surfista crescem no cenário mundial e pelo que tudo indica, ainda tem muito mais espaço para crescer. Foto: Chris Burkard" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Peter Mendia sabe que pode esperar ualquer coisa da Europa, aqui ele recebe o melhor possível. Foto: Chris Burkard. Foto: Chris Burkard</p></div>
<p>O surfe em território europeu começou sua fama com as competições que rolavam, e algumas ainda rolam, em beach breaks com boas ondas, mas nem sempre. Campeonatos de grande importância já foram cancelados por falta de onda lá, flat que pode ser muito cruel para os mais desprevinidos. Mas também fica bom, muito bom e dias a fio e, apesar de muita gente saber disso, demorou para o berço da civilização chamada de moderna se tornar o berço do surfe, ou ao menos um colo amigo para alguns momentos. Hoje em dia, a temporada no continente excede o significado da definição que por muito tempo foi usada, a de perna européia. Muito além dos campeonatos, existe uma temporada de ondas boas e existem também ótimos surfistas locais, além de um batalhão de gringos, e aí podemos incluir brasileiros, querendo aparecer. Nesse batalhão, para o cenário ficar completo, estão convocados também fotógrafos, cinegrafistas e repórteres do mundo todo. Pronto! Não deve nada para uma temporada havaiana, só que ao invés do Kala espancando um bodyboarder indefeso em Pipeline você assiste ao Dane Reynolds comer um croissant enquanto fotografa sua namorada num belo entardecer na Riviera Francesa. Um clima, as vezes, europeu até demais.</p>
<p>Voltando ao surfe, o continente se destaca exatamente pelo fato de não ser um continente. Geograficamente, a Europa não passa de uma península anexada ao continente asiático e, como consequencia disso, seu litoral tem das formas mais irregulares que vemos no Atlas. Nenhum outro pedaço da terra possui tantas curvas, entradas, ilhas e ainda por cima outras penínsulas menores, como característica. É incrível o potêncial de ondas do lugar! Já falei isso né? Mas vale ressaltar que dos cinquenta países, a grande maioria possui litoral. Também, a Europa é conhecida pela quantidade de rios, e muitos deles deságuam no mar. Os surfistas agradecem. O destaque dessa costa certamente é sua porção banhada pelo oceano Atlântico. Ondas como Mundaka, no país Basco, Supertubos, em Portugal e La Nord, na França, além de picos como as Ilhas Canárias, menos famosos mas muito surpreendentes, fazem parte dessa costa.</p>
<div id="attachment_3289" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/russia-chris-burkard.jpg" rel="lightbox[3287]"><img class="size-medium wp-image-3289" title="Atenção! Ataque aéreo americano na Rússia.  Mike Losness. Foto: Chris Burkard" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/russia-chris-burkard-220x148.jpg" alt="Atenção! Ataque aéreo americano na Rússia.  Mike Losness. Foto: Chris Burkard" width="220" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Atenção! Ataque aéreo americano na Rússia.  Mike Losness. Foto: Chris Burkard</p></div>
<p>Por outro lado, ondas já surfadas em lugares como Islândia, Noruega e, até mesmo, Rússia, provam a força do oceano chamado de Glacial Ártico. O cenário, muitas vezes inóspito, conta com um frio de lascar, pedras, larva vulcânica e ondas, na maioria das vezes, rápidas e buraco. Mas quase nínguem surfa por lá e muitos picos ainda não foram descobertos. Alguns consideram essa área, junto com a costa africana, como a nova fronteira do surfe. Por aqui, a badalação de outras praias da lugar a pequenos povoados recatados, onde o frio fala mais alto que qualquer coisa. O Mediterrâneo também guarda algumas surpresas, mas que normalmente só supreendem os mais maroleiros pelo que parece.</p>
<p>A melhor e mais segura época para o surfe na Europa é, sem sombra de dúvida, o outono. Mas se os beach breaks de lá podem se orgulhar pela regularidade e constância com que quebram, os picos mais clássicos ou com outro tipo de formação enfrentam a situação oposta e chegam a ficar anos sem quebrar do jeito. É o caso de Mundaka, um dos melhores e mais longos tubos para a esquerda do mundo, mas também um dos picos mais raros e temperamentais. Mundaka deve deter o recorde de dias adiados no WT e sempre é uma grande incógnita no calendário do tour. Mas quem consegue pegar a esquerda em um dia bom costuma sofrer uma overdose de tubos, onde a cabeça nem funciona mais direito, só curte os salões. A formação depende muito do rio que, quando tudo dá certo, esculpe milimetricamente um banco de areia perfeito para o surfe. A extensão, angulação e profundidade daquela areia combinada com um bom swell do Atlântico Norte resulta em uma das esquerda mais mágicas do mundo, pode ter certeza.</p>
<div id="attachment_3290" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/taylor-knox-portugal.jpg" rel="lightbox[3287]"><img class="size-medium wp-image-3290" title="Taylor Knox será sempre um clássico, e que não gosta de clássicos? Foto: Caio Guedes" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/taylor-knox-portugal-220x148.jpg" alt="Taylor Knox será sempre um clássico, e que não gosta de clássicos? Foto: Caio Guedes" width="220" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Taylor Knox será sempre um clássico, e que não gosta de clássicos? Foto: Caio Guedes</p></div>
<p>Existe uma calamidade não natural que preocupa os surfistas europeus, tanto quanto os do resto do mundo. É o crowd. Lá, na terra dos primeiros navegadores, o mar nunca foi limite para o homem e no surfe vemos a mesma disposição, com milhões de praticantes e uma turma enorme de fãs e apreciadores. Tudo isso, naturalmente, leva ao localismo e a confusões, ponto negativo. Mas o crowd europeu costuma ser amigável que em outros lugares do mundo, tirando algumas histórias da própria Mundaka e Ilhas Canárias, pouco se ouve sobre retaliações mais violentas. O crowd é até bem vindo em muitos lugares que impulsionaram seu crescimento com o turismo, caso de alguns balneários e praias fraceses.</p>
<p>Por diversos motivos e pelo grande motivo da diversidade, a Europa é um prato cheio para surfistas. Ondas boas, de todos os tipos, clima tranquilho e ameno, belezas naturais e articifiais também. O lugar onde grande parte de nossa cultura ocidental nasceu, não foi resposável pelo nascimento, nem por grande parte do desenvolvimento do surfe, mas acolhe o esporte e define alguns novos padrões. A Europa e seus surfista crescem no cenário mundial e pelo que tudo indica, ainda tem muito mais espaço para crescer.</p>
<p><span style="font-size: x-large;"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/45">Confira a edição completa desta matéria.</a></span></p>
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		<title>Swell de carnaval: HAW</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 01:42:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No carnaval de 2007 a equipe Blackwater marcou presença no <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3050" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/Hawaii-wakita.jpg" rel="lightbox[3043]"><img class="size-large wp-image-3050" title="Como se diz Pipeline em japônes? Wakita já sabe faz anos.Foto: Gustavo Camarão" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/Hawaii-wakita-630x424.jpg" alt="Como se diz Pipeline em japônes? Wakita já sabe faz anos.Foto: Gustavo Camarão" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Como se diz Pipeline em japônes? Wakita já sabe faz anos.Foto: Gustavo Camarão</p></div>
<p>No carnaval de 2007 a equipe Blackwater marcou presença no Havaí e, exatamente na data favorita dos foliões, o mar abaixou e ficou mexido pelo vento. Foi o sinal para a galera vestir a fantasia e cair na festa, sem receio de nada. Fizemos assim o Carnaval Blackwater, que nunca mais será esquecido na ilha. Em 2010, a história quase se repetiu, mas graças a um simples fato todo o carnaval foi muito diferente. O que aconteceu? Deu onda pra ca@#!?&#8221;! Era impossível cair na gandaia, sequer pensar nisso. Todos focados no mar e, afinal de contas, e para isso que se vai ao Havaí e não para desfilar no bloquinho da Kamehameha. Dito e feito, a folia passou desapercebida no North Shore. Mas como carnaval é sinônimo de alegria, não podemos deixar de dizer que o que aconteceu nas águas havaianas em meados de fevereiro foi também um enorme carnaval.</p>
<div id="attachment_3052" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/Hawaii-gostosa.jpg" rel="lightbox[3043]"><img class="size-large wp-image-3052" title="Um excesso de brasilidade. Nós gostamos! Foto: Gustavo Camarão" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/Hawaii-gostosa-630x424.jpg" alt="Um excesso de brasilidade. Nós gostamos! Foto: Gustavo Camarão" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Um excesso de brasilidade. Nós gostamos! Foto: Gustavo Camarão</p></div>
<p><span style="font-size: x-large;"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/44">Confira a edição completa desta matéria.</a></span></p>
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		<title>Noronha bombou</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 01:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fernando de noronha]]></category>
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		<description><![CDATA[Na corrente contrária a crise ecônomica, nossas ondas vão muito <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3039" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/noronha-wilson-nora-clemente-coutinho.jpg" rel="lightbox[3038]"><img class="size-large wp-image-3039" title="Nora de olhos bem abertos para sair dos tubos da Cacimba, foto: Clemente coutinho" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/noronha-wilson-nora-clemente-coutinho-630x424.jpg" alt="Nora de olhos bem abertos para sair dos tubos da Cacimba, foto: Clemente coutinho" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Nora de olhos bem abertos para sair dos tubos da Cacimba, foto: Clemente coutinho</p></div>
<p>Na corrente contrária a crise ecônomica, nossas ondas vão muito bem, obrigado! É uma época de, desculpem o trocadilho, vacas gordas para os surfistas e a temporada havaiana, de certa forma, ilustra a atual conjuntura desse cenário. Mas, assim como na tal crise, os reflexos dessa temporada incrível são vistos no mundo inteiro, do mesmo jeito que todas as bolsas estão conectadas, os mares também, só que de outra forma, é claro. As mudanças climáticas no Pacífico geram, então, consequencias globais e, por mais com cara de chamada de noticiário sobre calamidade que possa parecer, isso é bom. Muito bom para nós surfistas. Enfim, nossa ilha mais famosa teve uma temporada incrível. Noronha bombou nesses meses e deu mar grande, mar enorme, mar fechando e mar perfeito&#8230;resumindo, tudo necessário para podermos acrescentar excepcional depois da palavra temporada.</p>
<p><span style="font-size: x-large;"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/44">Confira a edição completa desta matéria.</a></span></p>
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		<title>Na hora certa</title>
		<link>http://www.blackwater.com.br/site/2010/02/25/na-hora-certa/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 01:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há quanto tempo você não surfa boas ondas sem ninguém <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quanto tempo você não surfa boas ondas sem ninguém por perto? E não pergunto só quanto a viagens, mas também aonde mora, aonde sempre surfou. Faça chuva ou faça sol, cedo pela manhã ou bem no finzinho de tarde, sempre tem alguém caindo ao redor e, por mais que não te atrapalhe, faz número, e você deixa de estar sozinho. Uns não acham isso ruim, estar com mais um ou dois dentro do mar, ainda mais se forem amigos. Mas pense em surfar todo dia com mais trinta, cinquenta, cem! Não existe amizade que resista.</p>
<div id="attachment_3034" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/NaHoraCerta-tchelao-borghi.jpg" rel="lightbox[3033]"><img class="size-large wp-image-3034" title="Marcelo Tchelão, olho no tubo e na hora certa para pega-lo na Paúba. Foto: Borghi" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/NaHoraCerta-tchelao-borghi-630x424.jpg" alt="Marcelo Tchelão, olho no tubo e na hora certa para pega-lo na Paúba. Foto: Borghi" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Tchelão, olho no tubo e na hora certa para pega-lo na Paúba. Foto: Borghi</p></div>
<p>Estima-se que chega a vinte milhões o número de praticantes de surfe ao redor do planeta. O wannasurf.com, uma espécie de Atlas das ondas na internet, lista em seu banco de dados 8290 picos em quase 150 países. Uma média, portanto, de 2.412,5 surfistas para cada lugar onde uma onda quebra. Claro, sabemos que o wannsurf não lista todos os picos existentes e não sabemos a frequencia e nem os horários que cada surfista desse contigente vai à praia, mas mesmo assim são números preocupantes. Se pensarmos mais ainda, existem fatores agregadores de crowd: lugares mais visados, picos em cidades populosas, ondas que só quebram poucos dias no ano. Ou seja, podem ter milhões de pessoas de olho naquele tubo para a esquerda, ou naquela valinha perfeita de direita, e você é só mais uma delas.</p>
<p>Para driblar essa calamidade, durante muito tempo a saída foi viajar para cada vez mais longe, até achar um lugar virgem ou raramente frequentado. Mas quando as fronteiras se expandem, as possibilidades diminuem e, atualmente, corre-se o risco de ter a viagem dos sonhos frustrada por um outro grupo de surfistas exploradores, ou de turistas com dinheiro de sobra. O crowd está aonde menos se espera. A real, nos dias de hoje, é ter uma boa estratégia para surfar no lugar certo e na hora certa, no quintal de sua casa ou no pico mais clássico de Bali. Estar sempre antenado nas condições e previsões é essencial. Quando o swell encaixar com o vento e a maré exata, você não vai querer ser o último a saber. Ser um estrategista se tornou melhor do que ser aventureiro.</p>
<div id="attachment_3035" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/NaHoraCerta-igor-morais-borghi.jpg" rel="lightbox[3033]"><img class="size-large wp-image-3035" title="As vezes, vale a pena prolongar um pouco mais a remada até pouco antes de escurecer. Igor Morais na melhor hora do seu dia. Foto: Borghi" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/NaHoraCerta-igor-morais-borghi-630x424.jpg" alt="As vezes, vale a pena prolongar um pouco mais a remada até pouco antes de escurecer. Igor Morais na melhor hora do seu dia. Foto: Borghi" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">As vezes, vale a pena prolongar um pouco mais a remada até pouco antes de escurecer. Igor Morais na melhor hora do seu dia. Foto: Borghi</p></div>
<p>Bruno Santos, em recente viagem à Indonésia, surfou sozinho um dos picos mais disputados do mundo e, pasmem, numa época ultra-badalada. &#8220;Estava no período do WCT em Padang, Bali. As previsões indicavam um swell não muito forte. Geralmente a galera vai para Desert Point quando fica grande, mas resolvi ir para lá do mesmo jeito. Poucas pessoas foram conferir e as ondas só apareceram mesmo no terceiro dia, ou seja, dos poucos que arriscaram menos ainda ficaram, a maioria voltou junto no segundo dia a noite. Esperei mais um dia e me dei bem, o mar subiu do nada e ficou sem crowd, cheguei a surfar quarenta minutos sozinho. Confesso que não era o melhor Desert Point da vida, mas estava muito bom, e o melhor de tudo, sem crowd!&#8221; Sorte grande.</p>
<div id="attachment_3036" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/NaHoraCerta-mentawaii-ashton.jpg" rel="lightbox[3033]"><img class="size-large wp-image-3036" title="A hora da maré pode ser primordial na Indonésia. SNI em Greenbush. Foto: Ashton" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/NaHoraCerta-mentawaii-ashton-630x424.jpg" alt="A hora da maré pode ser primordial na Indonésia. SNI em Greenbush. Foto: Ashton" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">A hora da maré pode ser primordial na Indonésia. SNI em Greenbush. Foto: Ashton</p></div>
<p>Só que nínguem precisa viajar à picos de reputação internacional para reparar no excesso de pessoas no line up. Viver em uma grande cidade a beira mar é ter que conviver com o crowd. Nesse caso, a boa estratégia ajuda ainda mais na hora de ir surfar. Aliás, é exatamente a hora de ir surfar o primeiro ponto a ser relevado por quem não quer disputar ondas com mais ninguém. Normalmente o horário do almoço costuma ser o mais vazio e o fim de tarde mais tranquilho que pela manhã, ao menos que você consiga madrugar. Mas a quantidade de pessoas é relativa, sucetível as condições, não só do mar mas também, e talvez principalmente, do clima. Quanto mais frio, menos gente. Se tem chuva então, o número cai pela metade. Mas a sorte grande mesmo pode estar para quem fica de olho no vento. Alguns dos dias mais clássicos e menos cheios são aqueles em que uma mudança inesperada trouxe o vento certo e, em poucos minutos, aquele mar desarrumado ficou lisinho. E do mesmo jeito que chega do nada, ele pode ir embora do nada, ou seja, quem souber a hora certa e o pico certo quando está soprando do quadrante X, pode se dar muito bem e, melhor de tudo, sozinho!</p>
<p>Existe ainda outro grande segredo para surfar com poucos. Fugir dos lugares mais frequentados pelos surfistas, é óbvio, mas o que quero dizer, na verdade, é procurar os lugares menos frequentados. Não, isso não significa ir atrás de secrets spots. Como já falamos, o espírito aventureiro/explorador tomou conta da maioria dos surfistas ao redor do mundo, díficil encontrar um secret que ainda seja &#8220;secret&#8221;. Pense na direção contrária, existem picos que todos conhecem, mas que quase nunca dá onda, só que quando dá&#8230; Um bom exemplo é Copacabana, Rio de Janeiro. A praia, talvez, mais famosa do mundo, por diversos motivos que não o surfe, passa desapercebida a maior parte do ano por nós quando, ou está uma piscina ou fechando tudo na beira. Mas uma combinação de fatores pode transforma-la em um beach break poderoso e tubular. Quando isso acontece, a notícia demora a correr tempo o bastante para alguns sortudos usufruirem do pico ainda vazio. Ninguém tem o costume de ir lá conferir frequentemente e nem deveria. O crowd, na maior parte das vezes, fica por conta de alguns moradores, mas se lembra da chuva, frio e vento? Pode ser que num dia desses nem os próprios estejam na água.</p>
<p><span style="font-size: x-large;"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/44">Confira a edição completa desta matéria.</a></span></p>
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		<title>Olho de peixe</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 03:45:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Recebemos do leitor Ricardo Facchini a seguinte sugestão:
&#8220;Gostaria de ver <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos do leitor Ricardo Facchini a seguinte sugestão:</p>
<p><em>&#8220;Gostaria de ver uma matéria, se possível com muitas imagens, sobre o trabalho dos fotógrafos dentro d&#8217;água. Acho impressionante o posicionamento de alguns deles na arrebentação e fico curioso para ver os movimentos para fugir das vacas sem perder o melhor ângulo das fotos. Imagino como deve ser fotografar em Teahupoo, Pipeline, etc. Abs&#8221;</em></p>
<p>Como o pessoal da Blackwater também fica só na imaginação quando o assunto é fotografar dentro d&#8217;água, principalmente ondas como Teahupoo e Pipeline, entramos em contato com alguns colaboradores nossos que consideramos &#8220;experts&#8221; no assunto. Beto Paes Leme, Clemente Coutinho, Bruno Lemos, Pedro Tojal, Ricardo Borghi e o gringo Tim McKenna tiraram a dúvida do Ricardo e ainda responderam mais algumas perguntas nossas. De quebra, como não podia faltar, eles nos mandaram algumas imagens selecionadas para quem curte uma bela foto de dentro d&#8217;água. E quem não curte?</p>
<div id="attachment_2773" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-mckenna.jpg" rel="lightbox[2772]"><img class="size-large wp-image-2773" title="Ficar dentro d'água não é nada fácil, vejam o distância dos corais e a força de empuxo da onda, mas vejam, acima de tudo, a beleza única de um momento desses. Foto: Mckenna " src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-mckenna-630x424.jpg" alt="Ficar dentro d'água não é nada fácil, vejam o distância dos corais e a força de empuxo da onda, mas vejam, acima de tudo, a beleza única de um momento desses. Foto: Mckenna " width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Ficar dentro d&#39;água não é nada fácil, vejam o distância dos corais e a força de empuxo da onda, mas vejam, acima de tudo, a beleza única de um momento desses. Foto: Mckenna </p></div>
<p><strong><span style="font-size: large;">O BOM FOTÓGRAFO</span></strong></p>
<p>Não se trata apenas de saber nadar bem ou apenas ter um bom equipamento, nem tampouco só possuir um conhecimento ímpar do mar. Para ser um bom fotógrafo aquático são necessárias diversas habilidades e, principalmente, saber combinar todas elas no momento certo. &#8220;Primeiro tem que saber fotografar. Depois é SÓ nadar bem, ter um bom equipamento, conhecimento do pico e do surfista a ser fotografado.&#8221; resumiu Tojal. Bruno Lemos, residente do Havaí, destaca, antes de tudo, a vontade: &#8220;Primeiro e principal de tudo é a vontade&#8230;você tendo vontade e um equipamento, aos poucos entra no rip e fica com um preparo físico legal.&#8221; Outro acostumado a ondas pesadas é Tim McKenna, fotógrafo &#8220;oficial&#8221; de Teahupoo: &#8220;Você precisa nadar bem nas ondas e ser capaz de prender a respiração por um bom tempo. Precisa conseguir colocar seu corpo em posições estranhas. Ter resistência é essencial já que muitas sessões podem durar horas de natação constante. Também precisa surfar ou entender muito bem como funcionam as ondas para antecipar a posição do surfista e se posicionar corretamente.&#8221; Para Clemente Coutinho: &#8220;Um bom treinamento de natação e apnéia ajuda bastante na autoconfiança.&#8221;</p>
<div id="attachment_2774" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-manoa-drolet.jpg" rel="lightbox[2772]"><img class="size-large wp-image-2774" title="Surfista (Manoa Drollet) e fotógrafo em um dia grande em  Teahupoo. Disposição em dose dupla. Foto: Tim Mckenna" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-manoa-drolet-630x424.jpg" alt="Surfista (Manoa Drollet) e fotógrafo em um dia grande em  Teahupoo. Disposição em dose dupla. Foto: Tim Mckenna" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Surfista (Manoa Drollet) e fotógrafo em um dia grande em  Teahupoo. Disposição em dose dupla. Foto: Tim Mckenna</p></div>
<p><strong><span style="font-size: large;">A BOA ONDA</span></strong></p>
<p>Com certeza a fotografia de dentro d&#8217;água exige condições muito mais especificas do que a de fora, não é sempre que você vê fotógrafos na água. A resposta foi quase unânime sobre o mar ideal para preparar a caixa estanque e calçar o pé de pato. &#8220;As melhores ondas são as buraco, com tubo. Maresias, Paúba, Santiago, Padang Padang, Pasti, Pipe, Lobang, OTW e, claro, Backdoor. Ondas cheias não gosto de clicar dentro d&#8217;água porque trabalho normalmente com lentes grande angulares, como uma &#8220;fisheye&#8221;. Num mar de ondas cheias você acaba perdendo vários momentos com esse tipo de lente, aí prefiro fazer de fora ou usar uma meia-tele.&#8221; sentenciou Borghi. Tojal ainda vai mais um pouco além: &#8220;Outra coisa que gosto são ondas que jogam o lip lá na frente, obrigando o surfista a acelerar e não atrasar. Isso porque quando o surfista atrasa acaba levantando muita água e estraga a foto. Teahupoo, Puerto, Pipe/Backdoor, OTW, El Gringo ( nas raras vezes que o sol sai ) e o Alfa Barra, que é o pico de tradição, são bons exemplos.&#8221; E pelo material que recebemos dele, tanto dos picos gringos quanto de seu quintal de casa, assinamos embaixo das escolhas. &#8220;Com uma grande angular, o bom é uma onda não tão grande, uns seis pra oito pés, que quebre mais ou menos sempre no mesmo lugar. Acredito que a Cacimba do Padre e a Laje do Bode devam ser o exemplo clássico.&#8221; finalizou Bruno Lemos.</p>
<div id="attachment_2775" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-jack-macoy.jpg" rel="lightbox[2772]"><img class="size-large wp-image-2775" title="Mccoy, novamente Teahupoo dentro d'água. Dessa vez, ele faz o uso de um pequeno &quot;ski&quot; motorizado chamado seabob (www.seabob.com) e de uma phantom camera (captura imagens em 8000 frames por segundo) para seu novo filme A deeper shade of the blue (www.adeepershadeofblue.com)" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-jack-macoy-630x424.jpg" alt="Mccoy, novamente Teahupoo dentro d'água. Dessa vez, ele faz o uso de um pequeno &quot;ski&quot; motorizado chamado seabob (www.seabob.com) e de uma phantom camera (captura imagens em 8000 frames por segundo) para seu novo filme A deeper shade of the blue (www.adeepershadeofblue.com)" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Mccoy, novamente Teahupoo dentro d&#39;água. Dessa vez, ele faz o uso de um pequeno &quot;ski&quot; motorizado chamado seabob (www.seabob.com) e de uma phantom camera (captura imagens em 8000 frames por segundo) para seu novo filme A deeper shade of the blue (www.adeepershadeofblue.com)</p></div>
<p><strong><span style="font-size: large;">CONDIÇÃO DESAFIADORA</span></strong></p>
<p>Quem pensa que estando bom e tubular e só entrar na água se posicionar no canal e pronto, se engana. O mar te obriga a lidar com outros fatores que, na maioria das vezes, atrapalham e preocupam. Beto Paes Leme, com vasta experiência, avisa: &#8220;Situações onde há muita corrente não são ideais. Ondas forte e buraco também podem te arrastar em momentos mais críticos.&#8221; Clemente concorda: &#8220;É muito difícil fotografar com correnteza forte, e nessa condição a direita de Serrambi é a campeã.&#8221; Lemos completa: &#8220;Acho que dependendo da situação você pode usar lentes diferentes ou até ficar boiando num morey ou numa prancha para tentar melhorar as coisas quando as condições estiverem difíceis. Aqui no Havaí considero Sunset a onda mais difícil pois além da correnteza e da distância da areia, o vento geralmente sopra de um ângulo que joga muita água no &#8220;front plate&#8221;, embaçando as fotos.&#8221; Além de tudo isso, existe uma preocupação que os fotógrafos dividem com os surfistas: &#8220;Se a onda for em fundo de pedra ou coral, é ainda pior.&#8221; disse Tojal. E o perigo também pode estar nos próprios companheiros, como lembrou Borghi: &#8220;É muito difícil também quando o pico tem vários fotógrafos sem experiência que acabam atrapalhando por não saberem se posicionar.&#8221;</p>
<div id="attachment_2776" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-noronha.jpg" rel="lightbox[2772]"><img class="size-large wp-image-2776" title="Não há muito mais o que dizer: que pintura! Foto: Borghi" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-noronha-630x424.jpg" alt="Não há muito mais o que dizer: que pintura! Foto: Borghi" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Não há muito mais o que dizer: que pintura! Foto: Borghi</p></div>
<p><strong><span style="font-size: large;">A HORA DO CORRE</span></strong></p>
<p>Toda profissão tem seu lado ruim, se você quer fotografar de dentro d&#8217;água é bom já saber que é inevitável tomar umas boas ondas na cabeça. Nesse momento, a única coisa a se fazer é tentar diminuir o impacto. &#8220;No Taiti, as vezes você pode escapar das maiores da série mergulhando fundo e se colocando dentro das fendas que o recife possui. A visibilidade é tão boa que é fácil nadar perto do coral a achar uma passagem no meio do espumeiro para chegar a superfície.&#8221; explicou Tim McKenna. Borghi frisa também a experiência e calma: &#8220;Penso sempre em observar a onda de trás da que eu estou clicando pois geralmente esse é um momento que você fica mais embaixo e tem grandes chances de tomar na cabeça. O segredo mesmo é manter a calma nessas horas.&#8221; Para finalizar, Tojal lembra que uma boa estratégia não faz mal a ninguém: &#8220;Conhecer o pico é fundamental. Estudar durante alguns minutos as condições antes de entrar, contar o número de ondas da série, identificar as correntes e marcar bem seu posicionamento são atitudes fundamentais para diminuir os riscos.&#8221;</p>
<div id="attachment_2777" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-BOUBON.jpg" rel="lightbox[2772]"><img class="size-large wp-image-2777" title="Não importa aonde, quando o mar está  bom as imagens dentro d'água ficam  incríveis. Arthur Bourbon na França. Foto: Borghi " src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-BOUBON-630x424.jpg" alt="Não importa aonde, quando o mar está  bom as imagens dentro d'água ficam  incríveis. Arthur Bourbon na França. Foto: Borghi " width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Não importa aonde, quando o mar está  bom as imagens dentro d&#39;água ficam  incríveis. Arthur Bourbon na França. Foto: Borghi </p></div>
<p><strong><span style="font-size: large;">OS PERRENGUES</span></strong></p>
<p>Essa é uma palavra recorrente na vida do fotógrafo aquático: perrengue. &#8220;Um dia Pipeline estava quebrando com mais de dez pés e tive que sair do mar sem poder tomar onda na cabeça pois a caixa estanque que eu tinha feito estava entrando água. Nadei muito mesmo, mas consegui sair sem água na caixa.&#8221; Relatou Tojal. E no Havaí o negócio fica complicado, que o diga Clemente Coutinho: &#8220;Haleiwa quebrava com uns 15 pés plus, eu estava no jet ski do Edison de Paula e num vacilo fomos engolidos por uma espuma de uns 8 pés. O que me salvou foi ter acompanhado a direção em que a caixa estanque subia para superfície.&#8221; Bruno Lemos também já passou poucas e boas fotografando, e lembra um episódio marcante: &#8220;Estava fotografando na Laje do Sheraton, um swell enorme que bateu no Rio de Janeiro, 1997 ou 98. Entrou uma série imensa fechando a baía. Tomei um caldo muito violento e em um momento a caixa estanque soltou da minha mão e bateu na minha cabeça. Quase apaguei e fui arrastado pra muito perto do paredão de pedras. Foi sinsitro, maior mar que já ví no Brasil. Depois desse dia comprei uma lente para fotografar de fora d&#8217;água também, e só entro no mar com capacete e colete de tow-in, pois caso apague, o colete me leva pra superfície.&#8221;</p>
<div id="attachment_2778" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-mckenna-2.jpg" rel="lightbox[2772]"><img class="size-large wp-image-2778" title="Esse ai não quis depender de nenhum fotógrafo e surfou com a câmera na mão.  Claro que a performance é prejudicada, mas as imagens captadas... Foto: Mckenna" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-mckenna-2-630x424.jpg" alt="Esse ai não quis depender de nenhum fotógrafo e surfou com a câmera na mão.  Claro que a performance é prejudicada, mas as imagens captadas... Foto: Mckenna" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Esse ai não quis depender de nenhum fotógrafo e surfou com a câmera na mão.  Claro que a performance é prejudicada, mas as imagens captadas... Foto: Mckenna</p></div>
<p><strong><span style="font-size: large;">PRÓS E CONTRAS</span></strong></p>
<p>O pró todo mundo já sabe, uma foto boa de dentro d&#8217;água tem um valor único, a ação de perto sempre ganha dramaticidade e plasticidade. Mas existem desvantagens também em se aproximar tanto do assunto. &#8220;Em Teahupoo, numa foto feita do barco você pode realmente ver o formato único do lip e toda a força do mar, além de não perder nenhum momento da ação. De dentro d&#8217;água o resultado é incrível também, mas se assemelha mais a uma onda comum, é muito difícil mostrar todo o peso da onda. Você pode perder a onda do dia por não estar bem posicionado.&#8221; explica McKenna. &#8220;Jaws e Mavericks são lugares que é melhor você ficar em um jet-ski do que dentro d&#8217;água.&#8221; acrescenta Lemos. &#8220;Ondas gordas e mexidas não valem a pena fotografar de dentro d&#8217;água, jamais!&#8221; finaliza categoricamente Clemente.</p>
<div id="attachment_2779" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-bacana.jpg" rel="lightbox[2772]"><img class="size-large wp-image-2779" title="Um surfista atento ao fotógrafo e seu posicionamento se sobressai em uma sessão de fotos dentro d'água. Álvaro Bacana de olho em Clemente Coutinho." src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/olho-de-peixe-bacana-630x424.jpg" alt="Um surfista atento ao fotógrafo e seu posicionamento se sobressai em uma sessão de fotos dentro d'água. Álvaro Bacana de olho em Clemente Coutinho." width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Um surfista atento ao fotógrafo e seu posicionamento se sobressai em uma sessão de fotos dentro d&#39;água. Álvaro Bacana de olho em Clemente Coutinho.</p></div>
<p><strong><span style="font-size: large;">PARA NÃO PERDER A BOA FOTO E NEM O EQUIPAMENTO</span></strong></p>
<p>Depois de tudo isso, algumas dicas finais de nossos mestres. &#8220;Uma boa foto depende muito da sintônia entre o surfista e o fotógrafo. É bom conversar com o cara antes de cair na água, tentar combinar um ângulo ou manobra. Mas, no fim das contas, quem se sobressai é sempre o surfista com um bom estilo.&#8221; falou Beto Paes Leme. Ricardo Borghi concordou: &#8220;O estilo mais fotogênico é aquele que tem uma linha bonita nos tubos, tem calma e sabe trabalhar com o fotógrafo&#8230;sempre que entra uma onda que vejo que vai dar um fotão grito pro cara ir!&#8221;. Clemente exemplifica: &#8220;Cito Fábio Gouveia, Carlos Burle, Marcelo Trekinho, Bruno Santos, Alexandre Ferraz e Calunga. São bons atletas de se trabalhar e sempre saio com boas fotos deles. Não a toa já fiz capa de todos.&#8221; E para não ficar na mão no outside, mais alguns cuidados: &#8220;Use um leash confiável na caixa estanque. Geralmente, uma boa caixa estanque já vem com o leash próprio, mas se precisar adaptar busque um leash usado em nadadeiras ou personalize bem um. Tenha certeza de estar seguro. Sempre confira o &#8220;o-ring&#8221; e deixe-o livre de areia. Depois de tudo, lave o equipamento com água doce.&#8221; ensina Borghi. Tojal não tem dúvidas quando o assunto é a precaução com o equipamento: &#8220;Já perdi uma câmera no Posto 5 de Copacabana em um dia pesado. Estava usando apenas uma cordinha. Hoje em dia uso duas ou três cordas, perco o braço mas não perco a câmera!&#8221;</p>
<p><span style="font-size: large;"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/43/" target="_blank"><span style="font-size: x-large;">Confira a edição completa desta matéria</span></a></span></p>
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		<title>Havai para maiores</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 03:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última edição da BW publicamos uma matéria exclusivamente sobre <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2769" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/Hawai-twiggy.jpg" rel="lightbox[2768]"><img class="size-large wp-image-2769" title="Grant &quot;Twiggy&quot; Baker é a dupla oficial de Greg Long no tow in. Ele pode até ser menos conhecido que seu parceiro, mas a disposição mostrada aqui parece ser a mesma. Foto: Bruno Lemos  " src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/Hawai-twiggy-630x424.jpg" alt="Grant &quot;Twiggy&quot; Baker é a dupla oficial de Greg Long no tow in. Ele pode até ser menos conhecido que seu parceiro, mas a disposição mostrada aqui parece ser a mesma. Foto: Bruno Lemos  " width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Grant &quot;Twiggy&quot; Baker é a dupla oficial de Greg Long no tow in. Ele pode até ser menos conhecido que seu parceiro, mas a disposição mostrada aqui parece ser a mesma. Foto: Bruno Lemos  </p></div>
<p>Na última edição da BW publicamos uma matéria exclusivamente sobre Waimea, que quebrou com constância acima da média nessa temporada. É um sinal de que grandes ondulações chegaram ao Havaí nos últimos meses, despertando e enfurecendo a baía que durante a maior parte do ano não passa de um belo piscinão natural. Mas esquecemos de citar outro pico que quebrou, assim como a famosa baía, muito mais que o normal nessa temporada e, por incrível que pareça, é ainda mais raro que Waimea: Jaws. Sinal que ondulações não apenas grandes, mas gigantes chegaram a costa havaiana!</p>
<div id="attachment_2770" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/Hawai-sni.jpg" rel="lightbox[2768]"><img class="size-large wp-image-2770" title="Surfar Waimea também requer muita habilidade em aéreos. Só que ao invés da junção o truque aqui é saber mandar no drop. Foto: Bidu" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2010/01/Hawai-sni-630x424.jpg" alt="Surfar Waimea também requer muita habilidade em aéreos. Só que ao invés da junção o truque aqui é saber mandar no drop. Foto: Bidu" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Surfar Waimea também requer muita habilidade em aéreos. Só que ao invés da junção o truque aqui é saber mandar no drop. Foto: Bidu</p></div>
<p>Stephan Figueiredo, que bate ponto todo o inverno nas ilhas, nos reportou assim o 2009/2010: &#8220;Sem dúvida, desde que pisei pela primeira vez no Havaí, em 1997, nunca havia visto tantos &#8220;swells&#8221; grandes em uma mesma temporada. Tem rolado tanta onda que ontem quando quebrou Waimea +20 pés lá pelas oito horas da manhã só haviam umas dez pessoas na água. Isso quer dizer que tem dado muita onda e que a galera nem está mais preocupada em chegar cedo para pegar umas horas antes do crowd. E pelo que tudo indica as ondas continuarão a bombar grandes pelas próximas semanas. Eu surfei, pelo menos, duas vezes em Pipe com 12 pés, três vezes em Phantoms com mais de 12 pés, quatro vezes em Waimea com mais de 20 pés e uma vez em Jaws imenso, uns 30 e muitos pés!&#8221;</p>
<p>Assim, mesmo com o inverno ainda em andamento, a temporada foi considerada uma das melhores, não só pelo tamanho das ondas mas, principalmente, pelo tempo que elas permaneceram grandes. Constante, grande e perfeito, quer mais alguma coisa do Havaí?</p>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/43/" target="_blank"><span style="font-size: x-large;">Confira a edição completa desta matéria</span></a></p>
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		<title>Waimea: Modo Sobrevivência</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 03:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse foi um ano de redenção nas ondas havaianas. Depois <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse foi um ano de redenção nas ondas havaianas. Depois de três temporadas pra lá de inconsistentes, parece que o El Niño voltou a atuar forte no Pacífico Norte porque o North Shore não parou de bombar desde meados de setembro. Foi um ano tão único, que testemunhou nas águas de Waimea o evento mais raro do calendário do surfe mundial, o Quiksilver In Memory of Eddie Aikau. Nem precisa dizer que o mar estava enorme. E o mais impressionante, ficou assim por mais de um dia. As bombas não deram trégua, botando a prova o culhão de todos os que andavam com uma prancha embaixo do braço pela Kamehameha.</p>
<div id="attachment_2463" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/felipe-gordo-cesarano-waimea-eddie-aikau.jpg" rel="lightbox[2462]"><img class="size-large wp-image-2463" title="Pode estar balançado, mexido e até fechando a baía, mas Felipe Cesarano não deixa de marcar presença quando Waimea chama. Foto: Bruno Lemos" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/felipe-gordo-cesarano-waimea-eddie-aikau-630x424.jpg" alt="Pode estar balançado, mexido e até fechando a baía, mas Felipe Cesarano não deixa de marcar presença quando Waimea chama.. Foto: Bruno Lemos" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Pode estar balançado, mexido e até fechando a baía, mas Felipe Cesarano não deixa de marcar presença quando Waimea chama.. Foto: Bruno Lemos</p></div>
<p>Os brasileiros, como sempre, estavam presentes e, como sempre também, não faltou disposição, coragem e um altíssimo nível de surfe. &#8220;A galera representou na água, todos estão de parabéns, mostraram vontade de surfar, pegaram suas ondas, se divertiram e ficaram com medo também! Destaque para o Felipe &#8220;Munga&#8221; que incentivou a nova geração para entrar nesse mar!&#8221; analisou Stephan Figueiredo, o Fun. Entre o pelotão brasileiro estavam os jovens, já velhos conhecidos da galera, Felipe &#8220;Gordo&#8221; Cesarano, Yan Guimarães, Je Vargas, Junior Faria, Thiago Camarão, Ricardinho Santos, além do uruguaio Marco Giorgi.</p>
<p>Um dia de Waimea não é um dia comum, pode ter certeza. Para início de conversa, é um dia que começa dias antes. <strong><em>&#8220;&#8230;a princípio estávamos muito nervosos porque não sabíamos ao certo até que tamanho poderia chegar e por isso tornou-se ainda mais sinistro.&#8221;</em></strong> confessou Ricardinho. A tensão pré-Waimea só acaba realmente dentro do mar. Nesse ponto, ela é esquecida devido a outros problemas que você estará a enfrentar.</p>
<div id="attachment_2464" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/ricardo-santos-waimea-eddie-aikau.jpg" rel="lightbox[2462]"><img class="size-large wp-image-2464" title="O capitão Ricardinho Santos colocando seu barco pra funcionar por trás do pico. Foto: Bruno Lemos" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/ricardo-santos-waimea-eddie-aikau-630x424.jpg" alt="O capitão Ricardinho Santos colocando seu barco pra funcionar por trás do pico. Foto: Bruno Lemos" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">O capitão Ricardinho Santos colocando seu barco pra funcionar por trás do pico. Foto: Bruno Lemos</p></div>
<p>O primeiro dos problemas é a prancha, que deve ser bem específica para as condições. Stephan, que já é macaco velho quando o assunto é Havaí, era dos poucos que tinha equipamento próprio: <strong><em>&#8220;Há dez anos que tenho a mesma prancha para surfar esse tipo de onda, é uma 10&#8242;0&#8221; do Biro, que por sinal é mágica, nunca me deixou na mão.&#8221;</em></strong> O resto da galera teve que se virar e arrumar algum tocão emprestado, o que representa mais um motivo de preocupação, não quebrar a prancha do amigo. Alguns dão sorte, como Junior: <strong><em>&#8220;Graças ao Bruno Lemos, que me emprestou sua 11 pés, pude curtir esse swell, claro que se quebrasse teria que comprar outra pra ele né! Mas ele foi super tranquilo e me emprestou sem problemas.&#8221; </em></strong>Outros precisam ter cuidado redobrado, caso do Thiago Camarão: &#8220;<strong><em>Eu e quase ninguém tinha prancha para surfar lá, cada um deu o seu jeito e arrumou uma bem grande. Eu arrumei no primeiro dia com o Kahea, que é dono da casa onde estou ficando este ano com o Marco.&#8221;</em></strong></p>
<p>Prancha pronta, parafina no deck, cordinha presa com aquele cuidado redobrado, é hora de botar os pés na areia de Waimea e sentir um pouco do mar. É nesse momento que podem surgir dores pelo corpo ou lembranças de compromissos inadiáveis. Quanto maior a série que passa, mais desistências. Tem gente que fica horas olhando e não entra. Exatamente por isso, a pilha da galera foi não perder muito tempo: <strong><em>&#8220;Cheguei bem cedo, ainda clareando, quando vi que o bicho estava pegando corri para o  carro, peguei a prancha e fui para a água, se olhar muito eu acabo peidando.&#8221;</em></strong> Explicou &#8220;Gordo&#8221; Cesarano. <strong><em>&#8220;No outro dia chegamos na praia e tinham uns quinze caras com cara de c* dizendo que não dava mais para entrar. Nessa o Ricardinho e o Marco se jogaram na água junto com uns locais e mais uns locos. Depois geral entrou.&#8221;</em></strong> completou Thiago Camarão.</p>
<div id="attachment_2465" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/stephan-figueiredo-shane-dorian-eddie-aikau.jpg" rel="lightbox[2462]"><img class="size-large wp-image-2465" title="Stephan Figueiredo e Shane Dorian dividindo as honras. Foto: Bruno Lemos" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/stephan-figueiredo-shane-dorian-eddie-aikau-630x424.jpg" alt="Stephan Figueiredo e Shane Dorian dividindo as honras. Foto: Bruno Lemos" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Stephan Figueiredo e Shane Dorian dividindo as honras. Foto: Bruno Lemos</p></div>
<p>A verdade é que chegar no outside de Waimea não é das missões mais difíceis. Lá fora, o &#8220;clima&#8221; mostra o tamanho do mar. <strong><em>&#8220;Estava tenso, não era um dia descontraído nem de diversão. Os únicos dando risada na água eram o Bruce Irons, Shane Dorian e o Kala, e mesmo assim fechavam a cara quando subia a série. Quando foi caindo a tarde então mais ninguém estava de brincadeira, todo mundo sabia que a coisa estava bem séria.&#8221; </em></strong>lembra Junior. Em compensação, mares grandes costumam assegurar o respeito mutuo. <strong><em>&#8220;Todos que estavam lá fora merecem respeito, e sabem disso. Foi muito bom dividir o  pico com os maiores big riders do mundo, algo inesquecível.&#8221;</em></strong> disse o &#8220;Gordo&#8221;.</p>
<p>Nessas condições ninguém chega já botando a cara a tapa, é bom ficar um tempo no canal e passar umas séries para ir se acostumando. &#8220;<strong><em>Aos poucos fomos nos soltando na água, Ricardinho pegou uma boa com o Fun e deu um mortal sinistro. Eu dividi uma com o Jê, que foi catapultado no drop, foi irado! O Marco pegou uma onda muito animal no segundo dia! Sem exagero, tinha uns 25 pés!&#8221;</em></strong> contou Camarão, que mereceu elogios de Junior: <strong><em>&#8220;Das ondas que eu vi, a do Camarinha foi a mais irada. Um drop vertical e ele botou pra baixo. Ficou na memória.&#8221;</em></strong></p>
<p>Mas não tem jeito, entrou na água é para se molhar. Uma hora ou outra alguém vai passar algum perrengue, é inevitável.<strong><em> &#8220;Quando vi a série apontando no outside já era tarde porque tinha remado na da frente e não entrei. Não olhei muito, só abaixei a cabeça e remei com tudo que tinha. Quando estava quase chegando na onda levantei a cabeça olhei de novo, vi todo mundo passando no limite, mas ainda faltava um bom pedaço para eu chegar junto deles. Aquele monstro já estava dobrando e fazendo uma esquerda gigante no meio da baía. Abaixei a cabeça de novo e tentei falar pra mim mesmo: &#8220;A onda vai quebrar, isso ta acontecendo agora, é agora.&#8221; Depois foi aquele nó na gargante e entrei no &#8220;modo sobrevivência&#8221;. Remei mais forte ainda e quando cheguei perto da base subi na prancha e pulei, mergulhei e fui arrastado alguns metros pela onda mas graças a Deus não voltei com o lip e consegui sair do outro lado.&#8221;</em></strong> relatou Junior. As vezes, situações mais difíceis puxam os limites, como aconteceu com Ricardinho: <strong><em>&#8220;Estava quase ficando escuro e o salva vidas veio de jet e falou &#8220;é a ultima chamada, quem quiser sair vem comigo, faltam dez minutos para escurecer, nós vamos embora, quem não quiser vir é melhor que esteja preparado para pegar onda, tchau&#8221;. Eu escolhi ficar e vi a galera toda pegando onda pra sair, quase escuro consegui pegar uma irada, acredito que a melhor onda que peguei.&#8221;</em></strong></p>
<div id="attachment_2466" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/waimea-eddie-aikau.jpg" rel="lightbox[2462]"><img class="size-large wp-image-2466" title="Até para assitir é preciso um pouco de coragem. Foto: Bruno Lemos" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/waimea-eddie-aikau-630x424.jpg" alt="Até para assitir é preciso um pouco de coragem. Foto: Bruno Lemos" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Até para assitir é preciso um pouco de coragem. Foto: Bruno Lemos</p></div>
<p>No fim desses dias de ondas grandes, vários sentimentos e relatos tomam conta de quem enfrentou a fúria. <strong><em>&#8220;A melhor parte de cair em um mar desses é quando você bota o pé na areia e vê que está tudo certo. É uma alegria, missão cumprida! Díficil de esquecer.&#8221; </em></strong>disse Ricardinho. &#8220;<strong><em>Foi bem intenso, nunca senti tanto medo na vida, nem de avião, nem de tubarão, assombração, sei lá. Nada me deu tanto medo na vida. Eu era um pinto no lixo ali na frente daquele monstro. Se aquilo tivesse me pegado de jeito nem sei o que ia acontecer.&#8221;</em></strong> conclui Junior sobre a morra que tomou na cabeça. No fim das contas, <strong><em>&#8220;Valeu o desafio!&#8221;</em></strong>, finaliza &#8220;Gordo&#8221;</p>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/42/" target="_blank"><span style="font-size: large;">Confira a edição completa desta matéria: clique aqui.</span></a></p>
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		<title>Rincon</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 03:06:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rincon não é exatamente um pico de ondas grandes, e <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rincon não é exatamente um pico de ondas grandes, e sim perfeitas. Localizada entre Ventura e Santa Barbara, sul da Califórnia, a onda foi carinhosamente apelidada de &#8220;Rainha da Costa&#8221;. Essa alcunha valeu grande fama às direitas e, é claro, trouxe o crowd, talvez um dos mais pesados da região. Além de intenso, no crowd de Rincon destacam-se usualmente alguns surfistas profissionais de alto nível. Kelly Slater, Tom Curren, Dane Reynolds e Bobby Martinez, são alguns nomes nada estranhos em dias realmente bons.</p>
<div id="attachment_2475" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/kelly-slater-rincon.jpg" rel="lightbox[2474]"><img class="size-large wp-image-2475" title="Kelly Slater e Rincon, linhas que combinam. Foto: Michael Kew" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/kelly-slater-rincon-630x424.jpg" alt="Kelly Slater e Rincon, linhas que combinam. Foto: Michael Kew" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Kelly Slater e Rincon, linhas que combinam. Foto: Michael Kew</p></div>
<p>Quando o alarme toca no Havaí anunciando a chegada de uma grande ondulação, a galera da Califórnia já fica em alerta. Poucos dias depois, é quase certo que as ondas irão varrer a costa continental, ativando vários picos. Entre as morras de Mavericks e as pistas de Trestles, Rincon ainda é uma das ondas mais visadas nessas ocasiões. Não para menos, é uma onda longa, perfeita e com sessões tubulares.</p>
<div id="attachment_2476" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/Bobby-martinez-rincon.jpg" rel="lightbox[2474]"><img class="size-large wp-image-2476" title="Bobby Martinez é mais um que não passa desapercebido em Rincon, seja da distância que for. Foto: Michael Kew" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/Bobby-martinez-rincon-630x424.jpg" alt="Bobby Martinez é mais um que não passa desapercebido em Rincon, seja da distância que for. Foto: Michael Kew" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Bobby Martinez é mais um que não passa desapercebido em Rincon, seja da distância que for. Foto: Michael Kew</p></div>
<p>Essa temporada já vem sendo muito boa para os amantes do pico. Alguns dias clássicos rolaram lá e, como não podia deixar de ser, trouxeram um surfe de alta performance para as linhas de direita. Ondas nascidas perto do Japão, que contornaram as ilhas havaianas e foram morrer apenas muitos quilômetros depois. Ainda bem que pouco antes delas acabarem, um fundo perfeito de pedra misturado com areia aparece no meio do caminho. A surfistada agradece!</p>
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<p>Confira o video exclusivo:<br />
<object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JSBo-h6IxV4&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JSBo-h6IxV4&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object><br />
<span style="font-size: large;"><br />
</span></p>
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		<title>Eddie vai para  Tuamotus</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 03:05:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito diferente da badalação havaiana, e distante também, um grupo <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito diferente da badalação havaiana, e distante também, um grupo de tahitianos cercou a ondulação monstruosa que havia passado dias antes no Havaí e surfou algumas das maiores direitas já registradas na região. O destino escolhido? Uma das 78 ilhas Arquipélago de Tuamotu, Polinésia Francesa. Agora qual delas? Impossível revelar.</p>
<div id="attachment_2470" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/Tuamotus-vetea-david.jpg" rel="lightbox[2469]"><img class="size-large wp-image-2470" title="Com certeza &quot;Ediie would go&quot;. Thierry Domenech numa bomba! Foto: Tim Mckenna" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/Tuamotus-vetea-david-630x424.jpg" alt="Com certeza &quot;Ediie would go&quot;. Thierry Domenech numa bomba! Foto: Tim Mckenna" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Com certeza &quot;Ediie would go&quot;. Thierry Domenech numa bomba! Foto: Tim Mckenna</p></div>
<p>Segredos a parte, a equipe foi composta apenas por locais. Vetea David foi o incentivador de tudo. Há quase um mês de férias nos atóis de Tuamotu com sua namorada, ele passa os dias pescando e surfando ondas incrivelmente perfeitas, quase sempre sozinho. Nessa ocasião tão especial, Vetea não pensou duas vezes em convocar seus amigos para a festa, incluindo o fotógrafo Tim Mckenna. David até construiu, no dia anterior as grandes ondas, uma espécie de torre de madeira em frente ao pico para facilitar fotos e filmagens. A mais: jet ski, barco, pranchas de tow-in, comida e cerveja gelada. Poto, como Vetea é conhecido entre os amigos, cuidou de tudo.</p>
<p>Os convidados trataram de não perder tempo. Raimana Van Bastolear, Thierry Domenech, Arsene Harehoe e Teiva Joyeux estavam no Tahiti, principal ilha da Polinésia Francesa, e para eles a viagem foi curta. Alain Riou surfou o Waimea gigante no dia anterior ao Ediie Aikau, mas tratou de providenciar sua passagem de volta ao saber das notícias nos atóis. Manoa Drollet também estava no Havaí, mas em Maui ao invés de Oahu. Drollet pegou umas bombas em Jaws com seus parceiros de equipe Mike Parsons, Luke Egan e David Rastovich, mas fez questão de agendar seu voo para o Tahiti e partir de lá direto para Tuamotu, onde se juntou ao resto do time.</p>
<div id="attachment_2471" class="wp-caption alignnone" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/Tuamotus.jpg" rel="lightbox[2469]"><img class="size-large wp-image-2471" title="Teiva Joyeux, nos fazendo até lembrar de Waimea. Fotos: Tim Mckenna" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/Tuamotus-630x424.jpg" alt="Teiva Joyeux, nos fazendo até lembrar de Waimea. Fotos: Tim Mckenna" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Teiva Joyeux, nos fazendo até lembrar de Waimea. Fotos: Tim Mckenna</p></div>
<p>As condições eram inacreditáveis, mas aproveitá-las não era fácil. Havia tanta água se movimentando sobre a bancada de coral que uma corrente absurda se formava no pico, parando só quando a maré acertava. &#8220;O pico se transformou numa máquina de ondas, aumentando e diminuindo de intensidade de acordo com a maré. Era difícil saber o momento certo de cair na água. “Ficamos horas na praia só olhando os tubos imensos quebrando no meio daquela corrente toda.&#8221; descreveu Tim Mckenna.</p>
<p>&#8220;Nossa escapada para Tuamotu durante essa ondulação foi uma benção comparada à crowd, engarrafamento e invasão da mídia em lugares como Waimea Bay, Pipeline ou Peahi em Maui, onde jet-skis, barcos e helicópteros completam o crowd e nenhuma onda passa sem ser surfada e registrada. Eddie deveria aparecer mais vezes por aqui.&#8221; brincou Mc-Kenna, com um sorriso proporcional ao tamanho do mar.</p>
<p><a href="http://www.blackwater.com.br/site/42"><span style="font-size: large;">Confira a edição completa desta matéria. Clique aqui</span></a></p>
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		<title>4 tubos: Stephan Figueiredo</title>
		<link>http://www.blackwater.com.br/site/2009/11/19/4-tubos-stephan-figueiredo/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 03:50:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aonde você pensa em investir o tempo que ainda tem <spam>Sa&#237;ba Mais</spam>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1473" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-teahupoo.jpg" rel="lightbox[1472]"><img class="size-large wp-image-1473" title="Stephan &quot;Fun&quot; Figueiredo a vontade em Teahupoo. Foto: Gustavo Camarão" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-teahupoo-630x424.jpg" alt="Stephan &quot;Fun&quot; Figueiredo a vontade em Teahupoo. Foto: Gustavo Camarão" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Stephan &quot;Fun&quot; Figueiredo a vontade em Teahupoo. Foto: Gustavo Camarão</p></div>
<p>Aonde você pensa em investir o tempo que ainda tem pela frente? Reflita bem sobre isso pois dizem por aí que &#8220;cada segundo da sua vida é valiosíssimo&#8221; e gastá-lo de forma inteligente é uma virtude, completamos aqui da BW. Stephan Figueiredo iniciou o ano de 2009 com um pensamento ecoando forte na cabeça: passar o máximo possível de seus 31.536.000 segundos dentro dos tubos. Um investidor, digamos assim, que gosta de riscos.</p>
<p>Bem..se Stephan tivesse uma piscina de ondas das mais modernas no quintal de casa, poderia acionar o botão no modo -tubos para esquerda- e passar o quanto tempo conseguisse dentro deles, e com certeza seria muito&#8230;mas a realidade é outra, ele não tem uma piscina dessas em seu jardim, aliás, mal tem casa. Mas tem um cerébro que, apesar de estar um pouco enferrujado pelo sal, ainda funciona muito bem. Pensando no melhor investimento de seu tempo ( e dinheiro ), decidiu seguir os tubos viajando. Foram quatro escalas que formam talvez a combinação mais harmoniosa possível entre estações e ondas cilíndricas ao redor do planeta. Havaí, Taíti, Chile e México. Pipeline, Teahupoo, El Gringo e Zicatela, numa visão mais Fun. Sua carteira estava armada, e a aposta realmente parecia ser a mais segura.</p>
<p>Com o ano prestes a acabar o balanço foi: horas e mais horas de avião e aeroportos, dias aguardando a combinação de ondulação e vento certos, longos minutos esperando a onda da série e, por fim, alguns segundos dentro do tubo, e olha que esse último nem sempre dá certo. Mas quem acha isso frustrante está totalmente enganado, esses poucos segundos &#8220;insidethebarrel&#8221; proporcionam felicidade prolongada e podem até viciar, -CUIDADO! já diziam seus pais. Conclusão: a BW decreta que os segundos no tubo são alguns dos mais valiosos da vida. E ao mesmo tempo que requer um alto investimento, taí tanto valor, a recompensa o paga integralmente, e com sobras, só que em outra moeda.</p>
<p>Para poupar segundos e neurônios dos leitores, coletamos com Stephan algumas informações essenciais de cada um dos lugares visitados. Assim, você poderá investir nesse ano dos sonhos, ou pelo menos em parte dele, e pegar os tubos na hora e no lugar certos. Dica dada, esperamos que em 2010 a cotação de seus tubos fique baixa, de tantos que vai pegar&#8230;</p>
<p>.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>PIPELINE, O&#8217;AHU &#8211; Havaí</strong></span></p>
<div id="attachment_1474" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-pipeline.jpg" rel="lightbox[1472]"><img class="size-large wp-image-1474" title="Stephan Figueiredo escondido em Pipeline. Foto: Bruno Lemos" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-pipeline-630x424.jpg" alt="Stephan Figueiredo escondido em Pipeline. Foto: Bruno Lemos" width="630" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Stephan Figueiredo escondido em Pipeline. Foto: Bruno Lemos</p></div>
<p><strong>Acesso: </strong><br />
A melhor dica é que um amigo, ou amigo de um amigo, te busque no aeroporto ou pague a corrida de trinta dólares para alguém te buscar. Caso contrário o único jeito é pegar um taxi até o North Shore, saí no mínimo cem dólares. Chegando lá a melhor dica é se hospedar entre V-land e Waimea, assim Pipeline ficará algumas pedaladas de sua casa.</p>
<p><strong>A onda: </strong><br />
A onda de Pipe quebra sobre uma bancada de lava vulcânica com algumas pontas e cavernas. Dependendo da direção da ondulação pode acontecer de jogar um pouco de areia no fundo, o que prejudica a formação. Quanto mais limpa a bancada melhor. A direção certa é &#8220;West&#8221; ou &#8220;Northwest&#8221;. A onda quebra a 50 metros da areia nos dias mais perfeitos e pode-se chegar lá fora sem molhar o cabelo em um mar com mais de dez pés. Mas as vezes fica tudo torto e storm quebrando lá nas bancadas de fora, mesmo nesses dias dá pra pegar um tubão.</p>
<p><strong>Pranchas: </strong><br />
Nos dias menores dá pra surfar de 6&#8242;. 6&#8242;6&#8221; nos dias até seis pés. Uso uma 7&#8242; quando quero surfar na bancada debaixo mas já está vindo umas ondas do &#8220;second reef&#8221;, e quando quero surfar de lá gosto de cair com uma 7&#8242;4&#8221; pra ficar mais seguro na hora de entrar na onda. Em ocasiões muito únicas uso minha 7&#8242;10&#8221;. Quando tá perfeito e grande.</p>
<p><strong>OBS.: </strong><br />
Muitos detalhes fazem de Pipe a melhor onda e também a mais cobiçada e temida. É perto da areia, quase sempre que quebra está bom, a água é transparente e quente. Você pode surfar a onda da sua vida e é certo que alguém terá registrado, seja da água ou da areia, fotógrafo ou cinegrafista. Ainda dá pra conhecer várias gatas na praia. Mas tome cuidado para não transformar o sonho em pesadelo. Lá tem muito localismo e o crowd é insuportável nos dias bons. Não cometer erros é essencial nessa onda. Seja paciente.</p>
<p>.</p>
<p><strong><span style="font-size: large; text-transform: uppercase;">TEAHUPOO, Taiti, Polinésia Francesa</span></strong></p>
<div id="attachment_1475" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><strong><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-teahupoo-2.jpg" rel="lightbox[1472]"><img class="size-large wp-image-1475" title="Stephan &quot;Fun&quot; Figueiredo no olho do furacão. Teahupoo. Foto: Gustavo Camarão" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-teahupoo-2-630x424.jpg" alt="Stephan &quot;Fun&quot; Figueiredo no olho do furacão. Teahupoo. Foto: Gustavo Camarão" width="630" height="424" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Stephan &quot;Fun&quot; Figueiredo no olho do furacão. Teahupoo. Foto: Gustavo Camarão</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Acesso:</strong><br />
Antes de ir para o Taiti é bom arrumar o contato de alguma casa e alguém para te buscar no aeroporto, chegar lá sem saber nada é roubada. Teahupoo fica no final da estrada, mais de uma hora de carro, taxi sairá uma fortuna e dormir no centro também não é menos caro. Instalado na vila de Teahupoo é só pegar sua prancha e remar vinte minutos contornando a bancada até o pico. Caso tenha dinheiro sobrando pode alugar um barco, o ideal é rachar com os amigos. Essa brincadeira dificilmente sai por menos de cinqüenta dólares por dia.</p>
<p><strong>A onda:</strong><br />
Sem sombra de dúvida é a onda mais perfeita e assustadora, não necessariamente nessa ordem. A bancada é toda de coral vivo e afiado, e é bem raso. Se você observar da praia verá que a onda começa com um tamanho e no final ela dobra, pouco antes de se juntar com a direita. A onda que vem lá de dentro da bancada é a de sul, teoricamente mais fácil. O bicho pega quando tá de oeste, vindo do canal e dobrando em cima da bancada.</p>
<p><strong>Pranchas:</strong><br />
O quiver de Teahupoo é pequeno, o problema é que você vai ter que levar pranchas reserva, pois quebrá-las é inevitável para quem quer pegar os tubos. A onda é extremamente buraco e você dropa sempre no limite, nesse caso uma prancha muito grande atrapalha. O ideal é usar 6&#8242;0&#8221;, 6&#8242;3&#8221;, 6&#8242;6&#8221; e 7&#8242;. É raro ver alguém com prancha maior que sete pés nos maiores dias.</p>
<p><strong>Obs:</strong><br />
É certo de passar algum tipo de roubada, seja entre tubarões, se ralando no reef, nadando até a praia ou tomando na cabeça. Esteja preparado. Tome cuidado para não ser engolido pelo oceano, pois a série sempre pega de surpresa e mesmo quem acha que tá bem posicionado acaba tomando na cabeça. Não queira estar no lugar errado, na hora errada. Os locais são muito tranquilhos e receptivos, então seja educado e respeitoso, você só tem a ganhar. A beleza e o prazer que essa onda proporciona você não encontrará em nenhum lugar do mundo.</p>
<p>.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>EL GRINGO, ARICA, CHILE</strong></span></p>
<div id="attachment_1476" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><strong><strong><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-el-gringo.jpg" rel="lightbox[1472]"><img class="size-large wp-image-1476" title="Fun passando por dentro em El Gringo, Chile. " src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-el-gringo-630x424.jpg" alt="Fun passando por dentro em El Gringo, Chile. " width="630" height="424" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Fun passando por dentro em El Gringo, Chile. </p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Acesso:</strong><br />
O aeroporto fica a vinte minutos da cidade, um taxi não sai caro. Existem alguns hotéis para se hospedar, mas uma boa opção é o surfhouse do Kurt. Dá pra ir para o surfe de taxi, sai uns dois doláres a corrida. Mas também rola de ir caminhando, o que leva uns vinte minutos e já pode ser encarado como um aquecimento para o surfe, já que de manhã é um frio sinistro!</p>
<p><strong>A onda:</strong><br />
É um pointbreak que quebra na ponta de uma ilha. A onda tem formação de pico, o famoso triângulo. O fundo é de coral e pedra, para completar tem umas cracas gigantes. A onda quebra desde dois, três pés, até uns dez pés. A direção boa é sul, sudoeste. O surfe só rola de manhã, a tarde entra um vento ruim.</p>
<p><strong>Pranchas:</strong><br />
Aqui você vai variar bem o tamanho de prancha, desde uma 6&#8242;0&#8221; até uma 7&#8242;0&#8221;. Não aconselho pranchas maiores pois essa é uma onda que precisa de bastante agilidade.</p>
<p><strong>Obs:</strong><br />
Cuidado! Muito cuidado nessa onda. Ela é boa e parece fácil, mas é bem difícil. É uma onda que não permite vacilos como wipeouts e tomar na cabeça, caso contrário é bem provável que você dê uma raladinha no fundo. O final dessa onda é nas pedras, ainda mais nos dias pequenos. O canal para entrar e sair do mar pela esquerda é perigoso. Use cordinhas boas para evitar passar perrengues. A água é gelada, leve uma boa roupa de borracha e aconselho botinhas também, pois além de te aquecerem podem te protejer em situações desagradáveis. Os pontos positivos de El Gringo é que não existe muito crowd e sempre tem onda, acho que é o pico mais constante do mundo.</p>
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<p><strong><span style="font-size: large;">PUERTO ESCONDIDO, OAXACA, MÉXICO</span></strong></p>
<div id="attachment_1477" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><strong><a href="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-puerto-escondido.jpg" rel="lightbox[1472]"><img class="size-large wp-image-1477" title="Fun relaxando nos expressos de Puerto. Foto: Luiz Blanco" src="http://www.blackwater.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/stephan-figueiredo-puerto-escondido-630x459.jpg" alt="Fun relaxando nos expressos de Puerto. Foto: Luiz Blanco" width="630" height="459" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Fun relaxando nos expressos de Puerto. Foto: Luiz Blanco</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Acesso:</strong><br />
Chegando no aeroporto de Puerto Escondido não tem mistério. Só há um voo por dia aterrisando lá, então sempre tem umas vans a espera dos turistas. Até a praia de Zicatela custa uns dez dólares no máximo e lá tem dezenas de hotéis em frente a praia, ou bem perto, com preços acessíveis. Você fica na cara da onda, é só atravessar a rua e entrar no mar.</p>
<p><strong>A onda:</strong><br />
É considerado o melhor beach break do mundo. A praia é bem longa mas as ondas só são na parte mais a direita da praia, exatamente onde tem os hotéis, restaurantes e lojinhas. O fundo não muda muito mas a direção da ondulação influencia bastante na onda. Como em todo fundo de areia, muitas ondas fecham. Um fator que ajuda bastante na qualidade dessa onda é o forte terral que venta quase todas as manhãs do ano.</p>
<p><strong>Pranchas:</strong><br />
Aqui você terá que preparar um bom quiver se quiser surfar todo o tamanho de onda. Desde a maroleira dia-a-dia do Brasil até uma gun 9&#8242;. Quando o mar sobe dá pra usar pranchas grandes. Não economize em levar pranchas, qualquer toco anda nessa onda.</p>
<p><strong>Obs:</strong><br />
Leve protetor solar do bom porque o sol é cruel. Se puder pegue um quarto com ar-condicionado, é um ótimo investimento do seu dinheiro. As pranchas lá são muito baratas, tanto nas lojas quanto da galera que vai indo embora, muitas vezes vale mais a pena adquirir algumas lá do que pagar as taxas para embarcar as suas. Por ser fundo de areia a onda parece fácil, você fica confiante de mais e, muitas vezes, acaba se machucando. Tome cuidado! Há poucos locais e não são muito fominhas, mas respeite, pois você está no México!</p>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.blackwater.com.br/site/41/">Confira a edição completa com fotos e video clicando aqui.</a></span></p>
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